Alguns alunos do CEFET já haviam lido Amar, verbo intransitivo de Mário de Andrade relataram que o livro é ótimo. Estava em mais um dos dias corridos no CEFET, como sempre eu sair da sala pra pegar algum livro pra ler na biblioteca da instituição, quando me deparei com o livro de Mário, e não tive dúvida será esse mesmo.
Assim que terminei de ler a obra. Teve uma parte do posfácio que me chamou atenção quando diz assim:
“– Tem também o saber inédito que este linguajar traz pro livro. E que fez pensar que com tal maneira qualquer novo livro meu no gênero, e qualquer tentativa de outro que coincidisse com a minha traria a monotonia e mostraria a pobreza e a pequena quantidade relativa dos modismos e brasileirismos vocabulares. Seria um erro pueril de visão crítica. Não tive na mínima intenção de procurar o curioso e nem ineditismo depende de mim. Trata-se mesmo de acabar o mais cedo possível com o ineditismo desses processos e de outros do mesmo gênero pra que todas essas expressões brasileiras, quer vocabulares, quer gramaticais passem a ser de uso comum, passem a ser despercebidas na escritura literária pra que então possam ser estudadas, codificadas, catalogadas, escolhidas, pra formação futura duma gramática e língua literária brasileiras.”
É lógico fiquei louco com as ideias que o texto aborda. Essa obra trata-se do primeiro romance de Mário de Andrade, sua experiência de maior fôlego até então. Quando a batalha modernista atingia o seu ponto culminante. Mas ainda tem o sentimento do amor que nos deixa tristes, confusos e felizes. O interessante é que o verbo amar pode ser transitivo ou intransitivo, por exemplo, transitivo direto quando você ama algo, e intransitivo é simplesmente amar, essa é a razão do idílio, A palavra idílio relaciona-se com o amor entre Carlos e Fräulein. Mario demonstra a sua concepção de fugir da idéia real de idílio.

Eu já li este livro e recomendo.
ResponderExcluir:)
Myla tambem li e recomendo é otimo historia maravilhosa
ResponderExcluir