quinta-feira, 9 de maio de 2013

Mundo paralelo 11.


Então Carlos errou a faca e ficou com as mãos no pescoço do cara e tirou uma faca de sua blusa e atacou em seu peito, neste momento Flayton para ajudar começou a atirar acertou dois tiros nas pernas do homem, mas errou dois tiros que pegaram nas costas de Carlos e em sua nuca. Sentir o chão tremer muito quando o homem caiu e o meu coração gritou mais quando vi o Carlos cair no chão tentamos acorda-lo e fazê-lo reagir, mas nossa estratégia não deu certo.
Já tínhamos passado por tanta morte e convivido com tanto sangue que estávamos acostumados com tudo que viesse. Mas Flayton não estava acostumado em matar um amigo, quase irmãos, fiquei em silêncio e deixei sozinho enquanto fui ao armário pegar a chave maior. Agora tínhamos três coisas, poderíamos colocar o plano em ação. Entretanto seriamos dois contra um exército e pelo menos teríamos uns aos outros para poder colocar o plano em ação.
Em meio a tanto caos, a única coisa que amava era a noite, pois ela era silenciosa e calma como se estivéssemos ao céu. Porém esta noite chegou ao meu quartos sons de soluços vindo do meu quarto. Então sair ao corredor e passei pelo dormitório de Flayton.
Não segurei entrei e ele estava próximo a pia sentado chorando muito, parecia uma criança, por que pequeno ele já era, então ele chorava muito de soluçar, e parecia brigar internamente com as lembranças que abrigavam sua cabeça.
Sentei ao seu lado e não disse nada por que ele, não precisava escutar nada seu interior já cuidava disso somente precisa de uma presença amiga ao seu lado. Mas ao me ver parecia doer mais e devia estar culpando-se muito, pois nem o tempo apagaria aquela lembrança e nem sempre o tempo era a borracha da vida.
- calma, não foi culpa sua, não deixe de lutar e ser quem você é afinal você não teve a intenção.
Olhou pra mim e não disse nada, então me levantei e sair devagar queria ficar e lhe dar um abraço e conversar com ele sobre o assunto, mas como Florita tinha falado todos temos as respostas que precisamos. Então deixei que ele descobrisse as dele, então voltei ao meu quarto e fiquei pensando como os meus amigos estavam morrendo e que eles não mereciam aquilo, pois eles eram pessoas ótimas e faziam parte da minha vida como nenhuma outra pessoa havia feito.  
Acordei na manha seguinte muito empolgado, pois seria o dia que teríamos que sentar e ver as coisas que tínhamos para execução do plano e queria me ver longe daquele lugar logo. Flayton estava com uma cara melhor, mais decidida vamos dizer, então sentamos e fomos decidir o que seria feito. Juntamos as nossas coisas que eram onde ficavam as câmeras, um isqueiro e uma chave que era de uma porta no andar abaixo.
Aquela porta levaria onde? O que tinha ali, mas isso iriamos descobrir depois agora estávamos correndo para descobrirmos todo o resto. Então subimos para a sala de câmera para analisar todos os caminhos e onde tinham pessoas e ou se o prédio estava vazio ou mesmo descobrir se tudo estava grampeado. Saímos do nosso dormitórios passamos a grade e subimos as escadas que davam ate a sala onde ficavam as câmeras, não estava gostando de ir ate aquela parte, pois me lembrava o Marcos, mesmo assim prosseguimos e subimos.
Havia um telão e varias telas pequenas, pois selecionávamos com o botão qual sala queríamos ver e para não perder tempo selecionamos para ver todas as salas do prédio. Não tinha ninguém, porém estranhamos tudo que víamos, então decidir seguir um fio preto e laranja que seguia ate no ultima tela e avistei que o fio estava conectado a três caixinhas que formavam um círculo e engraçado.
Engraçado para que servia aquelas caixinhas, então eles estão pegando os dados reais e trocando por dados falsos para fazer com que Flayton e Eu caíssemos em suas armadilhas. Logo cortei aquilo e emendei os fios, em seguida a tele funcionou mostrando imagens diferentes. O prédio estava um pouco cheio, na região norte e na porta pelo lado de fora também. A região norte não seria problema não iriamos ate aquela parte, mas corria o perigo deles migrarem ate nós e então colocaríamos alguma coisa para prendê-los  na área norte.
No portão de fora seria a maior dificuldade, mas depois pensaríamos nisso, afinal o problema seria quem era o garoto e onde ele estava. Vasculhamos todas as salas e nada do garoto, então desistimos e fomos analisar o que havia atrás da porta que tínhamos a chave e seguindo nas câmeras avistamos o garoto e estava com um capuz na cabeça. Não sabíamos se realmente era o garoto, mas era a única pista que tínhamos sobre o seu paradeiro,  então seguiríamos adiante.
Então descemos as escadas da sala de câmeras e seguimos pelo corredor ate chegarmos ao tapete  o levantamos e... 

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