Então Carlos errou a faca e ficou
com as mãos no pescoço do cara e tirou uma faca de sua blusa e atacou em seu
peito, neste momento Flayton para ajudar começou a atirar acertou dois tiros
nas pernas do homem, mas errou dois tiros que pegaram nas costas de Carlos e em
sua nuca. Sentir o chão tremer muito quando o homem caiu e o meu coração gritou
mais quando vi o Carlos cair no chão tentamos acorda-lo e fazê-lo reagir, mas
nossa estratégia não deu certo.
Já tínhamos passado por tanta
morte e convivido com tanto sangue que estávamos acostumados com tudo que
viesse. Mas Flayton não estava acostumado em matar um amigo, quase irmãos, fiquei
em silêncio e deixei sozinho enquanto fui ao armário pegar a chave maior. Agora
tínhamos três coisas, poderíamos colocar o plano em ação. Entretanto seriamos
dois contra um exército e pelo menos teríamos uns aos outros para poder colocar
o plano em ação.
Em meio a tanto caos, a única
coisa que amava era a noite, pois ela era silenciosa e calma como se
estivéssemos ao céu. Porém esta noite chegou ao meu quartos sons de soluços
vindo do meu quarto. Então sair ao corredor e passei pelo dormitório de
Flayton.
Não segurei entrei e ele estava
próximo a pia sentado chorando muito, parecia uma criança, por que pequeno ele
já era, então ele chorava muito de soluçar, e parecia brigar internamente com
as lembranças que abrigavam sua cabeça.
Sentei ao seu lado e não disse
nada por que ele, não precisava escutar nada seu interior já cuidava disso
somente precisa de uma presença amiga ao seu lado. Mas ao me ver parecia doer
mais e devia estar culpando-se muito, pois nem o tempo apagaria aquela
lembrança e nem sempre o tempo era a borracha da vida.
- calma, não foi culpa sua, não
deixe de lutar e ser quem você é afinal você não teve a intenção.
Olhou pra mim e não disse nada,
então me levantei e sair devagar queria ficar e lhe dar um abraço e conversar
com ele sobre o assunto, mas como Florita tinha falado todos temos as respostas
que precisamos. Então deixei que ele descobrisse as dele, então voltei ao meu
quarto e fiquei pensando como os meus amigos estavam morrendo e que eles não
mereciam aquilo, pois eles eram pessoas ótimas e faziam parte da minha vida
como nenhuma outra pessoa havia feito.
Acordei na manha seguinte muito
empolgado, pois seria o dia que teríamos que sentar e ver as coisas que
tínhamos para execução do plano e queria me ver longe daquele lugar logo.
Flayton estava com uma cara melhor, mais decidida vamos dizer, então sentamos e
fomos decidir o que seria feito. Juntamos as nossas coisas que eram onde
ficavam as câmeras, um isqueiro e uma chave que era de uma porta no andar
abaixo.
Aquela porta levaria onde? O que
tinha ali, mas isso iriamos descobrir depois agora estávamos correndo para
descobrirmos todo o resto. Então subimos para a sala de câmera para analisar
todos os caminhos e onde tinham pessoas e ou se o prédio estava vazio ou mesmo
descobrir se tudo estava grampeado. Saímos do nosso dormitórios passamos a
grade e subimos as escadas que davam ate a sala onde ficavam as câmeras, não
estava gostando de ir ate aquela parte, pois me lembrava o Marcos, mesmo assim prosseguimos
e subimos.
Havia um telão e varias telas
pequenas, pois selecionávamos com o botão qual sala queríamos ver e para não
perder tempo selecionamos para ver todas as salas do prédio. Não tinha ninguém,
porém estranhamos tudo que víamos, então decidir seguir um fio preto e laranja
que seguia ate no ultima tela e avistei que o fio estava conectado a três
caixinhas que formavam um círculo e engraçado.
Engraçado para que servia aquelas
caixinhas, então eles estão pegando os dados reais e trocando por dados falsos
para fazer com que Flayton e Eu caíssemos em suas armadilhas. Logo cortei
aquilo e emendei os fios, em seguida a tele funcionou mostrando imagens
diferentes. O prédio estava um pouco cheio, na região norte e na porta pelo
lado de fora também. A região norte não seria problema não iriamos ate aquela
parte, mas corria o perigo deles migrarem ate nós e então colocaríamos alguma
coisa para prendê-los na área norte.
No portão de fora seria a maior
dificuldade, mas depois pensaríamos nisso, afinal o problema seria quem era o
garoto e onde ele estava. Vasculhamos todas as salas e nada do garoto, então
desistimos e fomos analisar o que havia atrás da porta que tínhamos a chave e
seguindo nas câmeras avistamos o garoto e estava com um capuz na cabeça. Não sabíamos
se realmente era o garoto, mas era a única pista que tínhamos sobre o seu
paradeiro, então seguiríamos adiante.
Então descemos as escadas da sala de câmeras e
seguimos pelo corredor ate chegarmos ao tapete
o levantamos e...

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