terça-feira, 14 de maio de 2013

Mundo paralelo 13.



Devido ao alarme estar calibrado deveríamos mesmo causar um incêndio e a pergunta agora seria como causar um incêndio para disparar o alarme? Enfim o garoto abriu a boca e disse sobre experiências que tinha tido dentro da base.
- fiquei nesta sala por alguns dias sem comida e sem água com um colete estranho em volta de mim como se fosse sair de dentro de um quarto deste e lá dentro é tudo de estofado e fechado pegaria fogo fácil.
- Excelente ideia garoto.
Então com a ideia do garoto minha imaginação fluiu e andando mais um pouco para traz achei na beira da parede um rodo e uns vidros de alvejante e álcool que era realmente minha salvação naquele momento minha felicidade era tremenda, agora só faltava a comida, exagerei um pouco nos meus pensamentos.
Peguei o vidro de álcool e joguei um pouco sobre o pano e ascendi o isqueiro, dando uma chama grande joguei dentro daquele quarto e não demorou muito ate começar a sair muita fumaça e para garantir joguei o restante do vidro lá dentro. E não demorou muito e o fogo já saia pela porta daquela quarto.
O nosso plano funcionou começou a jorrar água do teto e todas as portas abriram, naquele momento estava com uma expressão muito feliz e Luis estava pulando de felicidade embaixo da água. Mas disse a ele para continuarmos, pois tínhamos abertos todas às portas que tínhamos travado a traz. Então abrimos o portão e continuamos andando tínhamos ainda a chave grande que abriu a primeira porta onde achamos o Luis.
Então saímos correndo para chegarmos rápido e tinha vários caras de brancos atrás de nós e decidimos continuar e logo entramos numa sala com um cheiro horrível, olhamos de novo e o cheiro era devido as pessoas mortas e ali tinha acessórios, roupas e outras coisas que nossos amigos estava usando antes de morrer. Então logo pensamos que ali era o lugar onde estava os corpos deles e não conseguir continuar naquele lugar e sair puxando Luis.
Chegamos ao final e tinha muitos capatazes lá fora e não teria como sair pelo portão sem que ninguém percebesse e não tínhamos mais nada para podermos continuar ou mesmo armas para podermos atacar. Então pensei que teria uma ultima coisa para completar tudo do nosso plano para poder vencer, porém não conseguia pensar o que poderia ser.
Seguimos com o coração na mão e escondemos atrás de uma pilastra e ficamos olhando e como faríamos para sair dali, então pensei que quinta coisa era essa? Então enquanto o garoto olhava para os caras fiquei reparando ele. Tinha o cabelo meio escuro em cima e claro embaixo e era claro, bonito com olhos marcantes e ao levantar ao braço para contar o numero de homens não pude deixar de reparar uma borboleta no braço dele, era muito linda, porém lembrei-me dos capatazes que tinha sequestrado o garoto.
- Quem é você garoto?
- Sou o Luis.
- Não se faça de bobo, está escondendo alguma coisa de mim e exijo que me conte e esta borboleta em seu braço?
- a minha mãe fez em mim quando era bem criança.
- E quem era sua Mãe?
- Eu não sei, só ouvir falar dela desde de criança eu fui criado aqui dentro, em um laboratório e passei por vários testes olha como as minhas veias estão todas furadas, olha os pontos pretos que ficaram nos meus braços de tanto que me furaram com agulhas grandes. Meu cabelo é claro ao lado aqui não é? Isto é devido aos milhões de choques e experiências que fizeram-me passar e não percebeu que tenho um pouco de característica de cada um de vocês?
Naquele momento pensei que era realmente este garoto, ele era uma experiência de Florita que saiu do controle? A ideia era criar um grande espião? Mas por que matar todos os seus agentes e quem era aqueles capatazes, com certeza eram os que nunca sofreram nenhuma experiência.
Então já sabia qual era a última coisa a fazer para continuar minha missão 

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