sexta-feira, 3 de maio de 2013

Mundo paralelo 7.



Retirei o meu sapato e sentei junto aos garotos, estava com minha atenção toda voltada para Florita. A missão seria salvar um garoto que estava aprisionado por criminosos e estes criminosos eram chamados de butterfly devido a cada criança roubada eles deixavam uma imagem de borboleta para traz. Teríamos somente uma forma de chegar ate a criança, pegando as pistas que eram deixadas por estes criminosos e o pior que enfrentaríamos algo que jamais tínhamos visto. 
Neste momento meu coração gelou, pois como enfrentaria algo, sem mesmo saber o que? Seja o que fosse não iria me intimidar, pois a minha vontade de participar de um missão era maior que o medo do que viria pela frente. Florita nos disponibilizou uma espada e duas granadas para cada um de nós e disse:
- Estas são suas armas, use-as quando precisar, vocês tem tudo que precisam, agora vai lá e lute. Quando saírem da base defendam-se por que as batalhas já vão começar.
Descemos as escadas da base juntos, formando um V, e quando mau chegamos ao fim da escada apareceram grandes samurais de mais ou menos 7 metros de altura, com armaduras fortes e todos com espadas enormes. Naquele momento tive vontade de voltar, mas lembrei do que Florita tinha dito “agora vai lá e lute”.
Nossas roupas também eram bem fortes e tinha uma elasticidade ótima, modificado nos laboratórios da base. Então aquela coisa enorme veio em nossa direção e aquele momentos todos os garotos saíram correndo ao cantos e fiquei admirando aquela coisa enorme, Não durou muito ate que ele me deu um chute e jogou-me no topo da escada, levantou sua espada acima da cabeça e atirou contra o chão mirando me que ainda estava deitado.
Sentir o meu corpo sair do chão e sendo jogado para os cantos da escada, minha sorte ele errou neste momento sabia que tinha que reagir, enquanto ele estava com a espada presa tentei me conter e levantar. Mas ele foi esperto e tirou a espada do chão e mandou em mim, me defendi jogando sua espada contra o chão, aquela era minha chance então sair correndo sobre a escada ate chegar em direção ao rosto daquela criatura e enfinquei minha espada em seu olho e a criatura foi caindo e pulei mais a frente da criatura colocando minha mãos ao chão para manter meu equilíbrio.
Com meu equilíbrio controlado me levantei e olhei para os lados meus amigos estão lutando contra os outros dois gigantes. Tudo que eles faziam parecia não atingir em nada aqueles gigantes. Então pensei aquele já era quando acertei o seu olho, então mandei uma granada ao pé de um deles fazendo com que ele caísse mas ele foi mais rápido e levantou-se.
- Acertem os olhos, estes são os pontos fracos.
Depois que disse aquilo os garotos começaram a trabalhar Flayton derrubou um deles e Marcos em seguida veio jogando um granada próximo ao rosto de um deles. Faltava somente um dos samurais para poder acabar com aquela parte da missão, então estávamos todos com surtos de adrenalina o sangue a flor-da-pele, quando aquele samurai saltou em nossa direção e quando ele atingiu o pico, João saltou partido ele ao meio com sua espada.
                Neste momento descobrir o potencial que tinha para conseguir derrotar o que quisesse, então missão terminada, voltamos a base recebemos os parabéns e nunca tínhamos visto Florita nos aplaudir tanto e a felicidade que ela trazia em seu rosto era uma cena que sabíamos que não veríamos nunca mais.    
                Olhei no espelho e precisava urgentemente de um banho e uma roupa limpa, mas aquela roupa era linda e o meu cabelo estava diferente, ainda continuava loiro, mas com uma coloração verde nas pontas. Então tomei um banho bem quente e tirei à roupa e o engraçado a coloração verde não era sujeira, quando tirava a roupa o meu cabelo voltava ao loiro normal.
                Aquela missão tinha sido incrível, o meu medo foi menor que a adrenalina que corria ao meu sangue. Mas quem era o garoto que tínhamos que recuperar? Por que era tão importante? Isso Florita não tinha falado, mas enfim a missão tinha sido sensacional. Às nove horas sentir as portas travando para que todos os agentes dormissem, mas tínhamos um mecanismo dentro do quarto que usaríamos caso quiséssemos sair.
                A vida era desse jeito limitado, tínhamos hora para dormi, horário do almoço, jantar e os cafés de tarde e manha, praticamente tínhamos toda a vida planejada. Mas depois da minha primeira missão pode perceber que cada limite, treinamento eram para poder termos autocontrole e conseguirmos analisar a missão e achar uma forma de resolver.
                Na manha seguinte mau tomamos nosso café e saímos direto para sala de missão e sabíamos que o dia então seria maravilhoso, cheio de missões. Florita estava com uma cara de preocupação, posso dizer que muito aflita e os... 

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