terça-feira, 7 de maio de 2013

Mundo surreal 9.


Desta vez não nos dividimos pegamos as armas que tinhas conseguido pegar dos nossos adversários e usaríamos contra eles mesmos. Seguimos em direção à sala do capataz, não sabíamos o que iria encontrar. Então fomos preparados com facas, superarmas tudo que tínhamos para usar e a nossa estratégia seria pegar as armas que pudermos resgatar dos nossos adversários.
Entramos em nossos dormitórios e abrimos nossos guarda-roupas, tínhamos roupas impecáveis, e eram preparadas para qualquer missão, seja ela em água, fogo ou terra. Entretanto tinha em mente que enfrentaríamos muito fogo, então pegamos uma roupa mais resistente a fogo e umas botas emborrachadas ótimas.
- Então vamos pessoal, lembrem-se a guerra é só no nosso ambiente, o nosso interior tem que está em paz.
Seguimos em direção a grade que ficava perto da sala de câmeras, e logo a frente no corredor ficava a sala do capataz. Então fomos andando juntos em direção a nossa missão e de longe tudo estava muito calmo, mas a nossa atenção estava redobrada.  Esperávamos barulhos,  tiros, conversas pelo menos.
Abrimos a porta da sala e deparamos com criatura estranha em cima da mesa e o que esperávamos estava em cima da mesa uma ave e tinha asas em chamas em formato de asas de borboleta, confesso era lindo, então o plano era entrar silenciosamente e pegar o isqueiro na gaveta sem que a criatura acordasse, seria possível? Não, com dois passos a criatura acordou e neste momento todos nós saímos correndo para fora com chamas atrás deixando o chão e a parede de frente com a porta pretas então nos espalhamos.
Enquanto ela vinha atrás de mim os garotos correram e pegaram o isqueiro na gaveta, ele era lindo, tinha bordas de ouro nas laterais e parecia uma caixinha, levantaram a tampinha de proteção e ascenderam o isqueiro. Uma missão estava quase pronta correram e foram esconder o isqueiro no meu dormitório dentro da minha gaveta, mas ainda tinha um problema a ave ainda estava atrás de mim, e soltava chamas e os criminosos começaram a aparecer por toda parte e o lugar começou a virar um caos.
Os garotos deram uns tiros por onde eles estavam e saíram em minha direção para poder conseguir chegar a tempo de salvar minha vida. Decidir para e encarar aquela fera, mas qualquer lugar que encostasse queimaria, e fogo não era meu maior pesadelo, mas também não queria me ferir afinal teria algumas missões pela frente.  De repente os garotos gritaram atrás da criatura entretendo-a foi o momento que pude me esconder, e quando olhei de novo ela estava indo em direção aos garotos.
Dei a volta e encontrei com os garotos que estavam aflitos demais pois não sabiam mais o que fazer, mas não durou muito este momento de aflição e João disse que tinha uma ideia, então confiamos nele e deixamos seguir com seu plano era entreter a criatura para que assim todos nós pudéssemos nos salvar. Então quando João deu dois passos ele disse correm o máximo que puder, então olhei para mão dele, e portava uma granada em sua mão.
Ele jogaria uma granada naquele ave? Esse era o plano impecável, não iria dar muito certo, então analisei a expressão corram o máximo que puder, e ele? Onde estava pensando em ficar quando jogasse a granada, então entendi que ele não seguiria conosco e que perdíamos mais um de nós.  Corri o máximo que deu e cheguei a porta o gritei mais ele não se virava de forma alguma e quando se virou me olhou fixamente e sentir a ave chegando perto então não tive outra opção sair correndo antes que a ave me pegasse.
A ave seguiu seu instinto e entrou na sala para ataca-lo, mas ela se enganou, pois a caça virou o caçador. Então escutei a porta fechando e de repente corri o máximo que poderia correr e um estrondo e uma destruição profunda veio da direção da sala onde o isqueiro estava. Então lagrimas corriam pelo meu rosto, pois a coragem de João foi tremenda,  a ponto de dar sua vida para salvar seus amigos. Este sim poderia chama-lo de amigo e não saberia como seria parar falar ao garotos.
Mas quando cheguei ao meu dormitório... 

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