segunda-feira, 6 de maio de 2013

Mundo Paralelo 8.


                Na manha seguinte mau tomamos nosso café e saímos direto para sala de missão e sabíamos que o dia então seria maravilhoso, cheio de missões. Florita estava com uma cara de preocupação, posso dizer que muito aflita e os [...] meninos também percebera, sentíamos que os planos tinham mudados e que e vinha noticias ruins. E Florita contou-nos o que estava acontecendo. 
                - Então pessoal precisarei que vocês deem seu melhor para poder vencer essa missão, neste momento estamos todos correndo perigo. Pois os nossos inimigos estão dentro da base e o garoto está escondido aqui também. Precisam acha-lo e descobrirem como vão sair daqui com o garoto. Suas armas estão entregue então vamos lá.
                Quando olhei de novo onde estava Florita? E como sairíamos de uma base protegida? E como acharíamos este garoto? Naquele momento, tive uma série de conflitos internos e o medo queria pular pela minha boca. E o coração batia aceleradamente como não tivesse mais solução. Então teríamos que manter o controle, para pensar em como achar o garoto para poder escapar e Carlos interferiu meus pensamentos com seus comentários.
                - Não vamos conseguir e como sairemos deste lugar, todos que tentaram acabaram mortos.
                - calma Carlos,  tenho um plano e vai dar certo.
                - Que Plano?
                - Quando era mais novo costumava brincar de pistas e vamos fazer isso.
                - isso é hora de brincar?
- Estou falando serio é a nossa hora, é assim, vamos juntar as pistas ate chegar ao nosso alvo, precisamos de 5 coisas sala de câmeras, fogo, chave, e uma espada. Tudo isso tem aqui dentro da base. Só temos que achar tudo e ligar todas as coisas que vamos chegar ao garoto e conseguir sair daqui. Confiam em mim?
- sim confiamos.
- então vamos colocar em ação.
                Ainda faltava uma coisa para poder fechar o pacote da missão, mas não lembrava o que seria e era uma coisa que poderia faltar. Então seguiríamos com a missão a primeira coisa é achar onde ficava a sala de câmeras. E sabíamos que cada passo e cada palavra dita estavam sendo monitorados pelos criminosos e assim eles iriam dificultar as pistas para podermos chegar ao fim.
                Pensamos em começar por um corredor onde todos os capatazes de Florita costumavam entrar ficava próximo ao teatro e ao lado ficava os dormitórios. Enfim já tínhamos por onde começar. Chegando ao nosso rumo, já no início do corredor, na ponta tinha muitos soltados e estavam com mascaras e foram se dividindo e simulavam uma guerra. Mas pensando bem do jeito que estavam realmente aquilo  era uma guerra, pegamos as nossas armas e começamos a guerra. 
                Ouvia-se tiro por todos os lados então dividimos por corredor e começamos a matança. Eles eram excelentes atiradores, entretanto tínhamos uma equipe sensacional, um chefão saiu correndo em direção ao corredor e mais quatro soldados atrás. Então já descobrir qual  seria o meu alvo.
                -Me deem cobertura e vamos a luta.
                Formamos uma parede e saímos atirando e todos que apareciam em nossa frente  chegar próximos onde o chefão estava, então os meninos se dividiram. Eu e Marcos continuamos em direção ao chefão e quando chegamos a uma sala vieram dois soldados com soco inglês em nossa direção marcos atirou em um, não tive reação então quando tentou me acertar puxei seu braço e coloquei a arma em sua barriga e disparei duas vezes.
                Quando o rapaz caia ao chão Marcos atirou em dois caras que estavam em cima de uma escada. Os dois caíram e Marcos aproveitou as armas que eram bem melhores que as nossas, grandes e maravilhosas. E com aquelas armas a missão ficaria ainda melhor então começamos a lutar e a matar todos os soldados restando somente o chefão que estava a placa que indicava a sala onde ficavam as câmeras.
                Pensávamos que a missão estava terminada ate quando ele usou uma pequena arma, mas muito potente, e atirou contra o peito de Marcos e saiu por uma porta logo depois da escada. Quando  alguém o atingiu uma faca na região do pescoço do chefão, era Flayton, que pegou a placa na mão dele. Naquele momento meu coração saltou do peito, pois um amigo estava morrendo do meu lado, então Flayton disse uma coisa que me deixou melhor.
                - Temos que continuar Pedro, ele sacrificou por nós e temos que vencer por ele.
Chorando muito abaixei e dei um beijo no rosto de Marcos e disse fique com Deus meu amigo, tudo vai ficar bem e quando estiver longe daqui vou realizar tudo que sonhamos um dia.  Saímos daquele local e reunimos contamos para João e Carlos o que tinha acontecido, no mesmo segundo eles disseram que iriam desistir que não iriam continuar que eles também morreriam se continuassem aquela missão, mas das palavras de Flayton fiz as minhas.
- Ele sacrificou por nós e temos que continuar e vencer por ele, pois lutando ou não corremos o risco de morrer do mesmo jeito.
Então todos decidiram continuar e lutar agora não para salvar a vida de um garoto, se quer nem sabíamos quem era, mas para salvar as nossas vidas e vingar a morte do nosso amigo. Agora sabíamos que as câmeras ficavam no topo das escadas no final do corredor onde ficavam nossos dormitórios depois de um portão com grades.
Enfim nossa preocupação aumentava, pois as missões dali pra frente poderiam ficar piores e corrermos os risco de perder mais um da equipe. Mas a necessidade por liberdade gritava dentro de cada um de nós. Então nossa próxima pista seria o fogo, então sabíamos por onde começar um dos capatazes de Florita fumava desenfreado e ela chamava à atenção dele, e o mesmo sempre encarregava de deixar dentro de sua gaveta em sua sala bem guardado para que ninguém pudesse pegar ou mesmo para não ser chamado atenção.
                Desta vez não nos dividimos pegamos as armas que tinhas conseguido pegar dos nossos adversários e usaríamos contra eles mesmos. Seguimos em direção à sala... 

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