Na manha seguinte mau tomamos nosso café e saímos direto
para sala de missão e sabíamos que o dia então seria maravilhoso, cheio de
missões. Florita estava com uma cara de preocupação, posso dizer que muito
aflita e os [...] meninos também percebera, sentíamos que os planos tinham
mudados e que e vinha noticias ruins. E Florita contou-nos o que estava
acontecendo.
- Então
pessoal precisarei que vocês deem seu melhor para poder vencer essa missão,
neste momento estamos todos correndo perigo. Pois os nossos inimigos estão dentro
da base e o garoto está escondido aqui também. Precisam acha-lo e descobrirem
como vão sair daqui com o garoto. Suas armas estão entregue então vamos lá.
Quando
olhei de novo onde estava Florita? E como sairíamos de uma base protegida? E
como acharíamos este garoto? Naquele momento, tive uma série de conflitos
internos e o medo queria pular pela minha boca. E o coração batia
aceleradamente como não tivesse mais solução. Então teríamos que manter o
controle, para pensar em como achar o garoto para poder escapar e Carlos
interferiu meus pensamentos com seus comentários.
- Não
vamos conseguir e como sairemos deste lugar, todos que tentaram acabaram
mortos.
- calma
Carlos, tenho um plano e vai dar certo.
- Que
Plano?
-
Quando era mais novo costumava brincar de pistas e vamos fazer isso.
- isso
é hora de brincar?
- Estou falando serio é a nossa
hora, é assim, vamos juntar as pistas ate chegar ao nosso alvo, precisamos de 5
coisas sala de câmeras, fogo, chave, e uma espada. Tudo isso tem aqui dentro da
base. Só temos que achar tudo e ligar todas as coisas que vamos chegar ao
garoto e conseguir sair daqui. Confiam em mim?
- sim confiamos.
- então vamos colocar em ação.
Ainda
faltava uma coisa para poder fechar o pacote da missão, mas não lembrava o que
seria e era uma coisa que poderia faltar. Então seguiríamos com a missão a
primeira coisa é achar onde ficava a sala de câmeras. E sabíamos que cada passo
e cada palavra dita estavam sendo monitorados pelos criminosos e assim eles
iriam dificultar as pistas para podermos chegar ao fim.
Pensamos
em começar por um corredor onde todos os capatazes de Florita costumavam entrar
ficava próximo ao teatro e ao lado ficava os dormitórios. Enfim já tínhamos por
onde começar. Chegando ao nosso rumo, já no início do corredor, na ponta tinha
muitos soltados e estavam com mascaras e foram se dividindo e simulavam uma
guerra. Mas pensando bem do jeito que estavam realmente aquilo era uma guerra, pegamos as nossas armas e
começamos a guerra.
Ouvia-se
tiro por todos os lados então dividimos por corredor e começamos a matança.
Eles eram excelentes atiradores, entretanto tínhamos uma equipe sensacional, um
chefão saiu correndo em direção ao corredor e mais quatro soldados atrás. Então
já descobrir qual seria o meu alvo.
-Me
deem cobertura e vamos a luta.
Formamos
uma parede e saímos atirando e todos que apareciam em nossa frente chegar próximos onde o chefão estava, então
os meninos se dividiram. Eu e Marcos continuamos em direção ao chefão e quando
chegamos a uma sala vieram dois soldados com soco inglês em nossa direção
marcos atirou em um, não tive reação então quando tentou me acertar puxei seu
braço e coloquei a arma em sua barriga e disparei duas vezes.
Quando o
rapaz caia ao chão Marcos atirou em dois caras que estavam em cima de uma
escada. Os dois caíram e Marcos aproveitou as armas que eram bem melhores que
as nossas, grandes e maravilhosas. E com aquelas armas a missão ficaria ainda
melhor então começamos a lutar e a matar todos os soldados restando somente o
chefão que estava a placa que indicava a sala onde ficavam as câmeras.
Pensávamos
que a missão estava terminada ate quando ele usou uma pequena arma, mas muito
potente, e atirou contra o peito de Marcos e saiu por uma porta logo depois da
escada. Quando alguém o atingiu uma faca
na região do pescoço do chefão, era Flayton, que pegou a placa na mão dele.
Naquele momento meu coração saltou do peito, pois um amigo estava morrendo do
meu lado, então Flayton disse uma coisa que me deixou melhor.
- Temos
que continuar Pedro, ele sacrificou por nós e temos que vencer por ele.
Chorando muito abaixei e dei um
beijo no rosto de Marcos e disse fique com Deus meu amigo, tudo vai ficar bem e
quando estiver longe daqui vou realizar tudo que sonhamos um dia. Saímos daquele local e reunimos contamos para
João e Carlos o que tinha acontecido, no mesmo segundo eles disseram que iriam
desistir que não iriam continuar que eles também morreriam se continuassem
aquela missão, mas das palavras de Flayton fiz as minhas.
- Ele sacrificou por nós e temos
que continuar e vencer por ele, pois lutando ou não corremos o risco de morrer
do mesmo jeito.
Então todos decidiram continuar e
lutar agora não para salvar a vida de um garoto, se quer nem sabíamos quem era,
mas para salvar as nossas vidas e vingar a morte do nosso amigo. Agora sabíamos
que as câmeras ficavam no topo das escadas no final do corredor onde ficavam
nossos dormitórios depois de um portão com grades.
Enfim nossa preocupação aumentava,
pois as missões dali pra frente poderiam ficar piores e corrermos os risco de
perder mais um da equipe. Mas a necessidade por liberdade gritava dentro de
cada um de nós. Então nossa próxima pista seria o fogo, então sabíamos por onde
começar um dos capatazes de Florita fumava desenfreado e ela chamava à atenção
dele, e o mesmo sempre encarregava de deixar dentro de sua gaveta em sua sala
bem guardado para que ninguém pudesse pegar ou mesmo para não ser chamado
atenção.
Desta vez não nos dividimos pegamos as armas que
tinhas conseguido pegar dos nossos adversários e usaríamos contra eles mesmos. Seguimos
em direção à sala...

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