sexta-feira, 10 de maio de 2013

Mundo paralelo 12



Então descemos as escadas da sala de câmeras e seguimos pelo corredor ate chegarmos ao tapete e  o levantamos e abrimos a porta que dava na parte de baixo. Descemos as escadas e demos de cara com a porta branca com o vidro muito forte e meio embaçado e não dava para ver nada. Destrancamos a porta e deparamos com uma sala fazia e com uma passagem subterrânea e logo a frente estava a porta da sala onde o garoto encontrava-se, destravamos a porta e pegamos o garoto ele tinha mais ou menos nossa idade e estava em pânico.
- Então qual é o seu nome?
- é Luis
- ok, Luis temos que sair deste lugar agora e você vem conosco.
Então melhor, realmente era o garoto que procurávamos e junto com o garoto seguimos mais um pouco e achamos uma espada. Mas por que o garoto era tão importante? E ao lado da sala tínhamos uma espada que um dos capatazes de Florita usava. Continuamos andando pela sala e entramos em um corredor que tinha três caras vestido de Branco, a roupa era impecável e as vista doía de tão branco.  
Flayton que portava a espada e já que o garoto era tão importante tirou-o de perto de mim e passou a espada em seu pescoço e disse ao garoto para confiar nele, então  assustei com a ideia de Flayton, mas era melhor pois assim não correríamos mais tanto risco.
- vamos saem fiquem quietos e abrem a porta, se não o mato.
Os caras abriram o portão e ficaram no canto, e Flayton ainda estava com a espada no pescoço de Luis que estava muito assustado com a situação e os garotos jogaram as chaves pelo lado de fora do portão assim garantimos que eles não viriam ate nós ou seguraria eles tempo o bastante para podermos escapar.
Mas não Demorou muito pois pelo portão eles deram três tiros depois que Flayton largou Luis e um dos tiros acertou a cabeça de Flayton da nossa turma, só restava um sobrevivente, eu, nem pude parar e dar assistência ao meu amigo. Pois eles ainda atiravam e tinha que salvar a vida daquele garoto e a minha, deu um aperto ao meu coração em deixa-lo para traz, sem mesmo saber se ele ainda estava vivo.
Aquele tiro tinha sido certeiro e não teria como Flayton ainda estar vivo então quando conseguimos desviar de todos os caras, comecei a indagar o garoto. Quem era ele? E por que ele era tão importante? E o que ele tinha feito? Mas o máximo dele foi, meu nome é Luis, e quero liberdade.
Pensava que eu seria o único naquele momento que queria liberdade, mas pelo visto alguém também estava cansado de ficar preso. Mas queria ter respostas pois meus amigos tinham morrido sem saber por que e por quem? E estava ali com aquele garoto desconhecido.
No entanto estava quase acabando deveria seguir com o plano para vermos qual seria o propósito pelo qual perdi as únicas pessoas que eu tinha e como seria a minha vida lá fora. Porém por mais que conseguisse sair daquele lugar, as lembranças ruins e também as boas nunca sairiam de mim. Flayton,  Carlos, Marcos e João sempre estaríamos em algum lugar dentro de mim.
Continuamos caminhando e chegamos a mais um portão que tinha uma trava automática então tínhamos chegado ao fim, não teria como continuar, pois todas as portas estavam trancadas e não tínhamos pensado que isto poderia acontecer e como faríamos para poder continuar estávamos presos. Comecei a ficar muito impaciente andando para lá e para cá e o garoto também não ajudava.
Tínhamos pouco para continuar um isqueiro que não ajudaria uma e a espada que não daria para cortar as grades e uma chave que não daria para abrir o portão, pois não havia fechadura. Naquele corredor só havia uma porta que estava aberta, e toda a sala era feita de estofados, parecia uma estufa, capsula e sei lá que nome daria para aquilo. Aquilo tudo tinha uma única explicação a missão tinha acabado.
Um tempo mais tarde estávamos com sede, com fome e cansados e, entretanto muitos pensamentos lutavam dentro de mim para continuar acordado. Então sentado junto com o Luis ao chão sentir uma gota caindo em cima de mim e para meu dia ficar melhor só faltava isto. Então me senti incomodado e levantei para ver melhor o que era aquilo, então percebi que era contra incêndio, aquilo era perfeito quando entrei na base me disseram que no caso de incêndio todas as portas se abrirão.
Então essa era a resposta da qual precisávamos e o fogo nos tínhamos, faltava algo que fosse causar um fogo tremendo para causar um incêndio ou talvez nem precisasse. Enfim pegamos um pano que estava encostado na beirada da parede e tiramos um pedaço tentando chegar perto daquele pino para disparar o alarme, mas o plano não deu certo o alarme não disparou logo o alarme estava muito bem calibrado.
Devido ao alarme estar calibrado deveríamos mesmo causar um incêndio e... 

2 comentários:

  1. Enredo interessante, comecei a ler agora, mas creio que vou me surpreender...

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  2. Espero está surpreendendo cada vez mais Valney. :))

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