quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Caducar
Um segundo, dois, três,
Perdemos a conta, perdemos o tempo!
o tempo voo, lembramos o que fizemos?
Às vezes não, o tempo perdeu-se.
E o corpo ficou pesado.
Amargurado o coração se tornou, por não aventurar,
A alma entra em purificação.
E aos poucos voltamos os tempos de infância.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Mundo Paralelo 16.
Estava já começando a me alterar quem eram aqueles
garotos e eles tinham morrido e por que a minha vida tinha virado um inferno o
que estava acontecendo e enfim olhei para meus braços e estavam todos furados e
os furos pareciam forma um borboleta. Então fiquei alterado e à ameacei e em
seguida peguei uma seringa em cima da mesa direcionei ate o seu pescoço.
Florita estava com uma cara de assustada e disse que explicaria
tudo, porém somente se ficasse calmo e escutasse sem qualquer forma de
alteração. Então seguiria com a minha palavra e daria ouvidos a ela.
- Então o que você
lembra de sua infância?
- Pouquíssimas coisas, sempre tive memória fraca.
- Você tem todas as respostas que precisa, por isso nunca
informei para você às respostas que sei.
- Então me dê às respostas ainda não achei as minhas.
Tive sonhos estranhos com esses garotos e vivi uma vida com eles. E cadê eles e
não minta sei que tem um quarto para cada um deles vi os nomes deles.
- Não vou mentir para você e também já passou da hora de
saber a realidade. Enfim acho que minha missão está terminada. Você sofre de Transtorno Dissociativo de Identidade ou
seja dizendo você sofre de síndrome de múltipla personalidade.
Então era essa toda a resposta, nasci louco e sempre seria assim e minha
vida sempre seria um caos? Meu mundo caiu e talvez isso explicasse tudo, que
nunca tive infância por que fiquei toda minha vida dentro de um hospital
psiquiátrico e tudo que recordava-me era criação da minha mente.
- Então tudo que lembro é criação da minha mente, nunca sair deste
lugar!
- Errada sua afirmação! Você veio para cá aos seus doze anos depois de
ter um trauma em sua infância, descobriu que tinha leucemia e teve que passar
por inúmeras terapias em um hospital. Este hospital que às vezes tem memórias
vagas na mente não é este, mas ohospital em que você passou pelas terapias do
câncer e ao tentar voltar para sua vida normal notou como as pessoas
tratavam-lhe diferente e seus amigos que distanciaram isto resultou em um
estresse psicológico grave, então passou a criar personalidades para que
fugisse desta realidade então veio uma identidade e tratamos e fizemos variadas
experiências e depois vieram todas as outras. Então fomos acumulando estas
identidades aqui dentro do hospital cada um com seu quarto, cada um com seus
objetos, cada um com sua história pessoal, sua autoimagem e identidade
distintas. Então Luis todos os outros garotos que viveram com você, é você
mesmo! Meu último diagnóstico seria a hipnose, então quando pedi para Pedro vim
ate minha sala o hipnotizei para que juntasse todas as personalidade e vivesse
em um mundo onde teriam que lutar para continuarem vivas e salvar a vida de um
garoto que mau conheciam e este garoto era você.
- Não isso não é verdade!
- algo que disse ate agora sai fora do contexto?
Meu silêncio naquele momento entregava tudo realmente recordava-me
daquilo tudo que ela tinha falado, mas não conseguia lembrar a vida dos garotos
e muito menos a minha. Meus olhos começaram a sair lágrimas e pior que não
conseguia controlá-la. Então sair correndo da sala de Dra. Florita e sair
correndo pela escada, escorreguei pelas escadas e sair rolando sentia como se
estivesse caindo sobre espinhos e que pedaços descolavam-se do meu corpo, de
repente tudo parou de balançar e sentia muita dor, escutava somente vozes e
Florita dizendo que tudo ficaria bem e apaguei totalmente.
Nunca imaginei como seria quando eu morresse, mas
engraçado, esperava bem menos. Estava tudo escuro e meus olhos mesmo fechados
ainda lacrimejavam, fui quase um gato gastei cinco das minhas sete vidas e isso
era hora de brincar? Mas precisa de um pouco de humor. Então me lembrava de
tudo e de todas as mortes e também da minha infância, e as personalidades dos
garotos que eram tão diferentes, cada um tinha uma forma de agir.
Fui abrindo meus
olhos de pouquinho e escutava passos e pessoas conversando e quando
literalmente abrir os olhos deparei-me com meus pais olhando para mim com uma
cara muito feliz e repetiam muito o meu nome, estava todo machucado, Dra.
Florita chamou-me e disse que enfim o inferno tinha acabado e que era pra
continuar descansando, então fechei os olhos e continuei escutando.
- Ele está com uma cara tão boa como se ele tivesse
nascido de novo.
Neste momento meu coração pulou de alegria e pude ficar
mais animado e realmente peguei ao sono estava muito dolorido ainda. Passei
dias em cima da cama com os melhores cuidados, então tinha certeza que estava
totalmente curado e que poderia voltar pra casa e continuar com minha normal.
Levantei-me da cama do quarto que estava sobre cuidados e
fui caminhando ate meu dormitório para recolher minhas coisas e fui notando que
as placas, o tapete e o hospital era muito parecidos com a base secreta que
criei com minha mente e andando pelo percurso que que passei na base ainda tinha
todos os vestígios que realmente tinha feito tudo aquilo, tinha incendiado, lutado,
quebrado, destravado as portas, enfermeiros machucados.
Voltei para casa e tudo estava como tinha deixado a
última vez que tinha entrado nele e ate alguns pedacinhos de espelho e fiquei
na dúvida, onde estava meu espelho? Então deixei para perguntar meus pais
depois e deitei a minha cama e adormeci. Comecei a sonhar com o meu quarto e
Pedro acabava de chegar da escola e tinha recebido uma notícia de
transferência, quando olhou-se no
espelhou pegou um taco que estava ao chão de madeira e quebrou o espelho e meu
pai chegando desesperado e mandando-o descer.
Acordei neste
exato momento e sentir um vento bem de leve perto da minha orelha, então olhei
para traz e não tinha nada, parei de frente com a moldura do espelho e lembrei
que quando era criança tinha pavor de olhar no espelho que lembrava da minha
doença e das quimioterapias. Então poderia ser por isso que Pedro teria
quebrado o espelho, porém lembrei que na minha infância tinha escondido algo
atrás do espelho e tirei a moldura do lugar e achei uma caixinha com cinco
ursinhos pequenos e cada um tinha um nome escrito no pé Flayton, Marcos, João,
Carlos e Pedro e no canto da caixa tinha uma linda borboleta que estava com o
nome de Luis.
Mundo paralelo 15.
Realmente estava muito cansado e
como tinha parado na sala de Florita e por que estava tão cansado. Agora
lembrava-me de meus pais e meus amigos da escola e como todos mudaram comigo
quando eu fui para o hospital e como todos olhavam para mim com cara de dó.
Sempre fui muito observador e conseguia ver isso no rosto de cada um deles.
Então no caminho para o quarto
que eles iriam me acomodar passei observando tudo que estava a minha volta,
então não pude deixar de perceber algumas coisas estranhas como uma escada
perto de uma porta e perto desta porta tinha uma faca ao chão suja de sangue e
rapazes da segurança desciam da escada, então lembrei na hora daquele lugar
estranho que tinha uma escada muito parecida com aquela onde Marcos morreu e ao
chão tinha umas manchinhas vermelhas.
E em frente continuamos andamos e
estava o pátio e o engraçado é que o pátio era muito parecido com o teatro onde
costumávamos ensaiar ou mesmo descontrair ou mesmo conseguir autocontrole. A
diferença que naquele pátio tinha uma televisão e no teatro não tinha. Mas enfim
aquele hospital era muito parecido com o lugar onde estava com os garotos.
No caminho tinha uma porta
fechada e meio quebrada a parede de frente com a porta tinha uma mancha enorme
preta parecia que tinham queimado a parede e o chão então no momento lembrei-me
de João que sacrificou sua vida para matar uma ave e aquele mancha ate parecia
com o que ela tinha deixado quando jorrou fogo no chão e na parede. Então quer
dizer que tudo aquilo tinha acontecido mesmo?
Não tinha certeza, mas não queria
acreditar e ficava confuso por que estava acontecendo aquilo comigo. Então ao
chegar ao corredor dos quartos passei olhando as placas que tinha em cada
quadro e estavam meio apagadas e tinham nomes escritos de giz e não deu tempo
de parar e ler, mas ainda tinha bastante tempo depois que descansasse. Os
rapazes eram bem atenciosos me deixaram no quarto e saíram. Então peguei uma
folha que tinha deixado embaixo do abajur e tinha minha inicial no topo da
folha “L” e abrir a gaveta minha foto ainda estava lá e junto com minha foto
tinha um isqueiro.
Então tinha quase certeza que
tudo que achava ter sonhado realmente tinha acontecido, porém estava muito
cansado e decidir arrumar minha cama e deitar. Logo em seguida deitei e
descansei. As oito horas da noite levantei-me a baba tinha escorrido pelo meu
rosto e estava nojento, fui ao banheiro escovei os meus dentes e peguei uma
roupa no guarda roupa.
Sair do meu quarto limpo cheiroso
e sem baba, então seguir pelo corredor e cheguei ate ao tapete o movi e também
tinha uma porta desci as escadas, tinha muitas facas ao chão e também
manchinhas de vermelho concluir que fosse sangue e que seria de Carlos. Então a
porta ao lado estava aberta segui mais e vi uma sala onde tinha uma cadeira.
Depois daquela cadeira naquela
sala não via mais nada em minha frente somente um corredor imenso, continuei
andando e cheguei até um portão com grade e abrir passado mais a frente vi um
monte de seringas ao chão e duas seringas estavam com as agulhas sujas de
sangue. Segui mais e quase sair pelo lado de fora do Hospital e quando passei
por uma parede pude ler o nome do Hospital: Hospital Psiquiátrico Norton
Houston.
Então não aguentei entrei
correndo de novo e passei por todo aquele corredor, não pude deixar de perceber
que tinha uma sala toda queimada e naquele momento parei e cheguei à porta
daquela sala parecia que tinha algodão ou como em meu sonho estofado e olhei
para o teto e pingava água. Então naquele momento comecei a ficar com medo e
sair correndo para meu quarto.
Chegando ao corredor que daria ao
meu quarto parei para poder ler os nomes que estavam em todas as salas e eram
Flayton, João, Carlos, Marcos e na minha sala tinha o meu nome meio apagado e o
nome de Pedro por cima do meu. Já era quase
meia noite e não tinha mais ninguém no Hospital, então decidir me repousar. Mas
no outro dia iria tirar toda aquela historia a limpo.
Acordei ótimo e muito bem
disposto, tive sonhos maravilhosos e a noite parecia ter durado uma eternidade
há muito tempo não sabia o que era dormi bem daquela forma. Então fiz toda
minha higiene e sair de meu quarto mexendo em minha foto que estava na minha
gaveta e logo sair do meu quarto e seguir ate a sala de Florita.
- Bom dia Florita, tenho muitas
perguntas? Quem são Flayton, Marcos, João, Carlos e finalmente Pedro?
- Calma Luis vou explicar tudo
para você, mas na hora certa.
- Esta é a hora certa!
Estava já começando a me alterar quem eram
aqueles garotos e eles tinham morrido e por que a minha vida tinha virado um
inferno o que estava acontecendo e enfim olhei para meus braços e estavam todos
furados e os furos pareciam forma um borboleta...sexta-feira, 17 de maio de 2013
Mundo paralelo 14.
Então já sabia qual era a última
coisa a fazer para continuar minha missão e salvar a vida do garoto, jamais
pensaria nisto enfim não tinha alternativa somente um daquela história deveria
sair vivo e sabia que já tinha vivido no mundo lá fora e que aquele garoto
nunca tinha visto um sol, um céu maravilhoso, ou mesmo, ter brincado com outras
crianças resumindo ele nunca tinha vivido nada e ele tinha toda uma vida pela
frente e eu não.
Então a quinta coisa da qual
teríamos que usar para poder continuar e vencer era passar por cima de um dos
maiores valores, dar a minha vida por alguém, ou seja, daria minha vida para um
garoto ser feliz e conseguir ter pelo menos uma vida adulta saudável por que a
infância foi realmente podre.
Estava observando o que estava em
minha volta, o garoto estava concentrado olhando para o céu e admirava tudo,
olhei para ele e para aquela linda borboleta tatuada em seu braço. Então
decidir o que iria fazer entreguei ele a chave e ele me olhou com cara que não
iria sem mim.
- Não vou sem você não terá, dar
para irmos juntos.
- Não, se você ficar corre o
risco de morrer. E eu já vivi tudo que tinha pra viver e você ate hoje não
viveu nada. Vá e descubra quantas coisas bonitas tem no mundo e quantas cores
maravilhosas têm na natureza, a não ser aquele lugar branco e mórbido que você
viveu ate o dia de hoje.
Mandei pegar a chave e esperar um
pouquinho ate que eu distraísse os capatazes e nunca tive tanta certeza do que
tinha que fazer, não sabia o que fariam comigo se matariam ou se eles me
queriam vivo. Mas subir em cima da
parede que escondíamos e gritei para eles. Naquele momento pulei ao chão e fui
em direção a eles e começamos a lutar. Dei uma olhada para traz e o garoto
estava em frente ao portão e deu uma olhada para mim com os olhos cheios de
lágrimas, então virei o rosto para ele tirei uma faca da minha perna e finquei
no peito de um dos capatazes.
As vezes temos que abrir mãos de
algumas coisas para poder fazer o certo, pois a vida é complicada, porém nós
temos todas as respostas que precisamos e realmente só temos que saber a hora
de usá-la e acreditar que é a resposta certa. Recebi uma pancada na cabeça e
cair ao chão, meus ouvidos pareciam que estava com um algodão o som entrava
abafado e escutava um toc-toc-toc e
depois meus olhos foram fechando devagar e não pude mais captar nada, não tinha
mais nenhum sentido e toda a minha vida, todas as mortes passavam literalmente
pela minha memória e sentir que estava morrendo aos poucos e mergulhei em uma
escuridão permanente.
- Luis? Está tudo bem?
- oi? Minha cabeça esta doendo
muito.
Escutava quase parando aquele
barulho toc-toc e parou literalmente minha visão estava meio embaçada e aquela
moça quem era ela e onde estava? Mas
logo percebi que parecia um consultório e me lembrava de bastante coisa
Flayton, Marcos, João, Carlos e Pedro. Tudo estava passando pela minha cabeça,
tudo que tinha passado com eles e aquele lugar, na minha infância e com certeza
aquela era Florita minha médica.
Olhei para meus braços estava
todos roxos parecia que tinha apanhado de alguém, e os meus braços todos
furados e com pintas que marcavam muitas injeção que tinha tomado e minhas
veias estavam altas, quando não estava estouradas, então meu pesadelo tinha
acabado? Realmente agora seria somente eu e minha vida normal de sempre em
cripta?
- Luis?
- sim Dr. Florita?
- Esta se sentindo bem vou pedir
para os enfermeiros levar você ate um quarto onde poderá ser diagnosticado e
poderá descansar.
- Muito obrigado Dr. Florita
Realmente estava muito cansado e
como tinha parado na sala de Florita e por que estava tão cansado. Agora lembrava-me
de meus pais e meus amigos da escola e como todos mudaram comigo quando eu fui para
o hospital e como todos olhavam para mim com cara de dó. Sempre fui muito
observador e conseguia ver isso no rosto de cada um deles.
Então no caminho para o quarto que eles iriam me
acomodar passei observando tudo que estava a minha volta, então não pude deixar
de perceber algumas coisas estranhas...
terça-feira, 14 de maio de 2013
Mundo paralelo 13.
Devido ao alarme estar calibrado
deveríamos mesmo causar um incêndio e a pergunta agora seria como causar um
incêndio para disparar o alarme? Enfim o garoto abriu a boca e disse sobre
experiências que tinha tido dentro da base.
- fiquei nesta sala por alguns
dias sem comida e sem água com um colete estranho em volta de mim como se fosse
sair de dentro de um quarto deste e lá dentro é tudo de estofado e fechado
pegaria fogo fácil.
- Excelente ideia garoto.
Então com a ideia do garoto minha
imaginação fluiu e andando mais um pouco para traz achei na beira da parede um
rodo e uns vidros de alvejante e álcool que era realmente minha salvação
naquele momento minha felicidade era tremenda, agora só faltava a comida,
exagerei um pouco nos meus pensamentos.
Peguei o vidro de álcool e joguei
um pouco sobre o pano e ascendi o isqueiro, dando uma chama grande joguei
dentro daquele quarto e não demorou muito ate começar a sair muita fumaça e
para garantir joguei o restante do vidro lá dentro. E não demorou muito e o fogo
já saia pela porta daquela quarto.
O nosso plano funcionou começou a
jorrar água do teto e todas as portas abriram, naquele momento estava com uma
expressão muito feliz e Luis estava pulando de felicidade embaixo da água. Mas
disse a ele para continuarmos, pois tínhamos abertos todas às portas que tínhamos
travado a traz. Então abrimos o portão e continuamos andando tínhamos ainda a
chave grande que abriu a primeira porta onde achamos o Luis.
Então saímos correndo para
chegarmos rápido e tinha vários caras de brancos atrás de nós e decidimos
continuar e logo entramos numa sala com um cheiro horrível, olhamos de novo e o
cheiro era devido as pessoas mortas e ali tinha acessórios, roupas e outras
coisas que nossos amigos estava usando antes de morrer. Então logo pensamos que
ali era o lugar onde estava os corpos deles e não conseguir continuar naquele
lugar e sair puxando Luis.
Chegamos ao final e tinha muitos capatazes
lá fora e não teria como sair pelo portão sem que ninguém percebesse e não tínhamos
mais nada para podermos continuar ou mesmo armas para podermos atacar. Então
pensei que teria uma ultima coisa para completar tudo do nosso plano para poder
vencer, porém não conseguia pensar o que poderia ser.
Seguimos com o coração na mão e
escondemos atrás de uma pilastra e ficamos olhando e como faríamos para sair
dali, então pensei que quinta coisa era essa? Então enquanto o garoto olhava para
os caras fiquei reparando ele. Tinha o cabelo meio escuro em cima e claro
embaixo e era claro, bonito com olhos marcantes e ao levantar ao braço para
contar o numero de homens não pude deixar de reparar uma borboleta no braço
dele, era muito linda, porém lembrei-me dos capatazes que tinha sequestrado o
garoto.
- Quem é você garoto?
- Sou o Luis.
- Não se faça de bobo, está
escondendo alguma coisa de mim e exijo que me conte e esta borboleta em seu
braço?
- a minha mãe fez em mim quando
era bem criança.
- E quem era sua Mãe?
- Eu não sei, só ouvir falar dela
desde de criança eu fui criado aqui dentro, em um laboratório e passei por
vários testes olha como as minhas veias estão todas furadas, olha os pontos
pretos que ficaram nos meus braços de tanto que me furaram com agulhas grandes.
Meu cabelo é claro ao lado aqui não é? Isto é devido aos milhões de choques e experiências
que fizeram-me passar e não percebeu que tenho um pouco de característica de
cada um de vocês?
Naquele momento pensei que era
realmente este garoto, ele era uma experiência de Florita que saiu do controle?
A ideia era criar um grande espião? Mas por que matar todos os seus agentes e
quem era aqueles capatazes, com certeza eram os que nunca sofreram nenhuma
experiência.
Então já sabia qual era a última coisa a fazer
para continuar minha missão
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Mundo paralelo 12
Então descemos as escadas da sala
de câmeras e seguimos pelo corredor ate chegarmos ao tapete e o levantamos e abrimos a porta que dava na parte
de baixo. Descemos as escadas e demos de cara com a porta branca com o vidro
muito forte e meio embaçado e não dava para ver nada. Destrancamos a porta e
deparamos com uma sala fazia e com uma passagem subterrânea e logo a frente
estava a porta da sala onde o garoto encontrava-se, destravamos a porta e
pegamos o garoto ele tinha mais ou menos nossa idade e estava em pânico.
- Então qual é o seu nome?
- é Luis
- ok, Luis temos que sair deste
lugar agora e você vem conosco.
Então melhor, realmente era o
garoto que procurávamos e junto com o garoto seguimos mais um pouco e achamos
uma espada. Mas por que o garoto era tão importante? E ao lado da sala tínhamos
uma espada que um dos capatazes de Florita usava. Continuamos andando pela sala
e entramos em um corredor que tinha três caras vestido de Branco, a roupa era
impecável e as vista doía de tão branco.
Flayton que portava a espada e já
que o garoto era tão importante tirou-o de perto de mim e passou a espada em
seu pescoço e disse ao garoto para confiar nele, então assustei com a ideia de Flayton, mas era
melhor pois assim não correríamos mais tanto risco.
- vamos saem fiquem quietos e
abrem a porta, se não o mato.
Os caras abriram o portão e
ficaram no canto, e Flayton ainda estava com a espada no pescoço de Luis que
estava muito assustado com a situação e os garotos jogaram as chaves pelo lado
de fora do portão assim garantimos que eles não viriam ate nós ou seguraria
eles tempo o bastante para podermos escapar.
Mas não Demorou muito pois pelo
portão eles deram três tiros depois que Flayton largou Luis e um dos tiros
acertou a cabeça de Flayton da nossa turma, só restava um sobrevivente, eu, nem
pude parar e dar assistência ao meu amigo. Pois eles ainda atiravam e tinha que
salvar a vida daquele garoto e a minha, deu um aperto ao meu coração em
deixa-lo para traz, sem mesmo saber se ele ainda estava vivo.
Aquele tiro tinha sido certeiro e
não teria como Flayton ainda estar vivo então quando conseguimos desviar de
todos os caras, comecei a indagar o garoto. Quem era ele? E por que ele era tão
importante? E o que ele tinha feito? Mas o máximo dele foi, meu nome é Luis, e
quero liberdade.
Pensava que eu seria o único
naquele momento que queria liberdade, mas pelo visto alguém também estava
cansado de ficar preso. Mas queria ter respostas pois meus amigos tinham
morrido sem saber por que e por quem? E estava ali com aquele garoto
desconhecido.
No entanto estava quase acabando
deveria seguir com o plano para vermos qual seria o propósito pelo qual perdi
as únicas pessoas que eu tinha e como seria a minha vida lá fora. Porém por
mais que conseguisse sair daquele lugar, as lembranças ruins e também as boas
nunca sairiam de mim. Flayton, Carlos,
Marcos e João sempre estaríamos em algum lugar dentro de mim.
Continuamos caminhando e chegamos
a mais um portão que tinha uma trava automática então tínhamos chegado ao fim,
não teria como continuar, pois todas as portas estavam trancadas e não tínhamos
pensado que isto poderia acontecer e como faríamos para poder continuar estávamos
presos. Comecei a ficar muito impaciente andando para lá e para cá e o garoto também
não ajudava.
Tínhamos pouco para continuar um
isqueiro que não ajudaria uma e a espada que não daria para cortar as grades e
uma chave que não daria para abrir o portão, pois não havia fechadura. Naquele
corredor só havia uma porta que estava aberta, e toda a sala era feita de estofados,
parecia uma estufa, capsula e sei lá que nome daria para aquilo. Aquilo tudo
tinha uma única explicação a missão tinha acabado.
Um tempo mais tarde estávamos com
sede, com fome e cansados e, entretanto muitos pensamentos lutavam dentro de
mim para continuar acordado. Então sentado junto com o Luis ao chão sentir uma
gota caindo em cima de mim e para meu dia ficar melhor só faltava isto. Então
me senti incomodado e levantei para ver melhor o que era aquilo, então percebi
que era contra incêndio, aquilo era perfeito quando entrei na base me disseram
que no caso de incêndio todas as portas se abrirão.
Então essa era a resposta da qual
precisávamos e o fogo nos tínhamos, faltava algo que fosse causar um fogo
tremendo para causar um incêndio ou talvez nem precisasse. Enfim pegamos um
pano que estava encostado na beirada da parede e tiramos um pedaço tentando
chegar perto daquele pino para disparar o alarme, mas o plano não deu certo o
alarme não disparou logo o alarme estava muito bem calibrado.
Devido ao alarme estar calibrado deveríamos
mesmo causar um incêndio e...
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Mundo paralelo 11.
Então Carlos errou a faca e ficou
com as mãos no pescoço do cara e tirou uma faca de sua blusa e atacou em seu
peito, neste momento Flayton para ajudar começou a atirar acertou dois tiros
nas pernas do homem, mas errou dois tiros que pegaram nas costas de Carlos e em
sua nuca. Sentir o chão tremer muito quando o homem caiu e o meu coração gritou
mais quando vi o Carlos cair no chão tentamos acorda-lo e fazê-lo reagir, mas
nossa estratégia não deu certo.
Já tínhamos passado por tanta
morte e convivido com tanto sangue que estávamos acostumados com tudo que
viesse. Mas Flayton não estava acostumado em matar um amigo, quase irmãos, fiquei
em silêncio e deixei sozinho enquanto fui ao armário pegar a chave maior. Agora
tínhamos três coisas, poderíamos colocar o plano em ação. Entretanto seriamos
dois contra um exército e pelo menos teríamos uns aos outros para poder colocar
o plano em ação.
Em meio a tanto caos, a única
coisa que amava era a noite, pois ela era silenciosa e calma como se
estivéssemos ao céu. Porém esta noite chegou ao meu quartos sons de soluços
vindo do meu quarto. Então sair ao corredor e passei pelo dormitório de
Flayton.
Não segurei entrei e ele estava
próximo a pia sentado chorando muito, parecia uma criança, por que pequeno ele
já era, então ele chorava muito de soluçar, e parecia brigar internamente com
as lembranças que abrigavam sua cabeça.
Sentei ao seu lado e não disse
nada por que ele, não precisava escutar nada seu interior já cuidava disso
somente precisa de uma presença amiga ao seu lado. Mas ao me ver parecia doer
mais e devia estar culpando-se muito, pois nem o tempo apagaria aquela
lembrança e nem sempre o tempo era a borracha da vida.
- calma, não foi culpa sua, não
deixe de lutar e ser quem você é afinal você não teve a intenção.
Olhou pra mim e não disse nada,
então me levantei e sair devagar queria ficar e lhe dar um abraço e conversar
com ele sobre o assunto, mas como Florita tinha falado todos temos as respostas
que precisamos. Então deixei que ele descobrisse as dele, então voltei ao meu
quarto e fiquei pensando como os meus amigos estavam morrendo e que eles não
mereciam aquilo, pois eles eram pessoas ótimas e faziam parte da minha vida
como nenhuma outra pessoa havia feito.
Acordei na manha seguinte muito
empolgado, pois seria o dia que teríamos que sentar e ver as coisas que
tínhamos para execução do plano e queria me ver longe daquele lugar logo.
Flayton estava com uma cara melhor, mais decidida vamos dizer, então sentamos e
fomos decidir o que seria feito. Juntamos as nossas coisas que eram onde
ficavam as câmeras, um isqueiro e uma chave que era de uma porta no andar
abaixo.
Aquela porta levaria onde? O que
tinha ali, mas isso iriamos descobrir depois agora estávamos correndo para
descobrirmos todo o resto. Então subimos para a sala de câmera para analisar
todos os caminhos e onde tinham pessoas e ou se o prédio estava vazio ou mesmo
descobrir se tudo estava grampeado. Saímos do nosso dormitórios passamos a
grade e subimos as escadas que davam ate a sala onde ficavam as câmeras, não
estava gostando de ir ate aquela parte, pois me lembrava o Marcos, mesmo assim prosseguimos
e subimos.
Havia um telão e varias telas
pequenas, pois selecionávamos com o botão qual sala queríamos ver e para não
perder tempo selecionamos para ver todas as salas do prédio. Não tinha ninguém,
porém estranhamos tudo que víamos, então decidir seguir um fio preto e laranja
que seguia ate no ultima tela e avistei que o fio estava conectado a três
caixinhas que formavam um círculo e engraçado.
Engraçado para que servia aquelas
caixinhas, então eles estão pegando os dados reais e trocando por dados falsos
para fazer com que Flayton e Eu caíssemos em suas armadilhas. Logo cortei
aquilo e emendei os fios, em seguida a tele funcionou mostrando imagens
diferentes. O prédio estava um pouco cheio, na região norte e na porta pelo
lado de fora também. A região norte não seria problema não iriamos ate aquela
parte, mas corria o perigo deles migrarem ate nós e então colocaríamos alguma
coisa para prendê-los na área norte.
No portão de fora seria a maior
dificuldade, mas depois pensaríamos nisso, afinal o problema seria quem era o
garoto e onde ele estava. Vasculhamos todas as salas e nada do garoto, então
desistimos e fomos analisar o que havia atrás da porta que tínhamos a chave e
seguindo nas câmeras avistamos o garoto e estava com um capuz na cabeça. Não sabíamos
se realmente era o garoto, mas era a única pista que tínhamos sobre o seu
paradeiro, então seguiríamos adiante.
Então descemos as escadas da sala de câmeras e
seguimos pelo corredor ate chegarmos ao tapete
o levantamos e...
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Mundo Paralelo 10.
Mas quando cheguei ao meu
dormitório, dei-me de cara com todos os garotos chorando, como se fossem duas
crianças apavoradas e se abraçando, então não disse mais nada e se eles
quisessem desistir naquele momento estava pronto para poder aceitar a opinião
deles mesmo assim não era por que era fraco, mas não queria ver mais ninguém
morto.
- Chega não quero mais continuar
com isso, não quero ver mais ninguém morto não quero ver mais meus amigos
sofrerem.
- Pedro já estamos mortos desde
quando entramos para esta base nunca percebeu? Não adianta mais desistir agora,
Já é muito tarde para isso. Vamos continuar por que morreremos do mesmo jeito.
Depois das palavras de Flayton,
realmente estava morto há tanto tempo que nem lembrava mais quem eram meus pais
e como tinha chegado à base e por qual motivo fui parar ali? Então parei para
pensar na minha vida, mas aquele não era o momento certo, pois corríamos contra o tempo para poder viver.
Tínhamos o fogo, as câmeras, a próxima pista seria a chave. Mas não era hora
pra pensar na próxima missão, estava querendo descansar deitar em minha cama e
refletir sobre todas as coisas que aconteceram nos dias que tinham passado e
confesso que estava com medos dos sonhos que poderia ter.
Acordei com um barulho e estava
deitado sobre meu braço, estava com a boca aberta em cima do meu braço então
quando levantei meu braço estava todo babado, isto era sinal que realmente
estava muito cansado. Mas parecia que tinha dormido dias e no meu terceiro dia
naquele lugar estava me fazendo ficar muito cansado, aquela noite bem dormida
foi perfeita, enfim foi somente uma noite às coisas começariam a ficar piores.
Durante a minha vida não tinha
feito quase nada, então não tinha a temer, pois se morresse naquele momento não
faria diferença e que pensamento é esse? Estou errado, se morresse agora não
faria sentido tudo que tinha passado pela minha liberdade e não poderia fazer
tudo que deixei de fazer.
Enfim a tarde o sossego acabou,
pois escutamos barulhos no corredor e estávamos os três em nossos dormitórios,
quando saímos no corredor o chão tremia muito e o nosso próximo passo seria a
chave então corremos pelo corredor e o tapete estava movido e uma escada descia
para um local que não conhecíamos.
Havia um homem forte alto com duas
facas em suas mãos e em sua roupa um pouco rasgada, tinha muitas facas em sua
blusa e calça. Então quando menos esperávamos sentir aquela faca passar do lado do meu rosto.
Então ficamos sem saber por que o ataque o que ele protegia, entretanto não demorou
tanto para descobrir, atrás dele tinha armários com muitas chaves e tinha uma
chave em especial que abriria uma porta que ficava do lado das escadas e a
fechadura da porta era grande demais então a chave que tínhamos que pegar era a
maior que tivesse naquele armário.
Flayton desviou de duas facas e
foi andando com uma arma minúscula, mas que tinha um grande potencial, o homem
era esperto puxou um escudo o protegendo das balas que iam em sua direção.
Então Carlos correu pelos cantos, deu um lindo salto escorando no escudo pegou
uma faca e o acertou pelas costas. Ele rugiu como um leão e em seguida pegou
Carlos e o atirou ao chão como se ele fosse um brinquedo velho.
Nervoso com ocorrido antes mesmo
de o homem ataca-lo novamente ele pegou uma corda que estava atrás do homem e
puxou neste momento ele caiu e Flayton chegou atirando, mas não acertou nenhum
dos tiros sua mira não estava não boa naquele dia. Então o homem levantou e
chutou Carlos que ainda estava ao chão. Estava em pânico que não conseguia mover
nem um dedo, Então decidir lutar contra meu pânico e peguei as facas que ele já
tinha arremessado em nós e mandei contra ele acertei uma em seu ombro.
Entretanto quando acertou, ele
assustou por que não estava fazendo nada para ajudar e do nada mandei aquela
faca. Desde então ele começou a me atacar também então percebi que se não
atacássemos, ele também não atacaria, então gritei o pessoal e pedi para que
eles parassem de atacar naquele momento. Então ele parou como tinha pensado e
não demorou muito ate mandar mais facas em nossa direção, infelizmente estava
errado, então Carlos saltou com uma faca para dar um golpe em sua cabeça.
Então Carlos errou a faca e ficou com as mãos no
pescoço do cara e tirou uma faca de sua blusa e atacou em seu peito, neste
momento Flayton para ajudar começou a atirar acertou dois tiros nas pernas do
homem, mas errou dois tiros...
terça-feira, 7 de maio de 2013
Mundo surreal 9.
Desta vez não nos dividimos
pegamos as armas que tinhas conseguido pegar dos nossos adversários e usaríamos
contra eles mesmos. Seguimos em direção à sala do capataz, não sabíamos o que
iria encontrar. Então fomos preparados com facas, superarmas tudo que tínhamos
para usar e a nossa estratégia seria pegar as armas que pudermos resgatar dos
nossos adversários.
Entramos em nossos dormitórios e
abrimos nossos guarda-roupas, tínhamos roupas impecáveis, e eram preparadas
para qualquer missão, seja ela em água, fogo ou terra. Entretanto tinha em
mente que enfrentaríamos muito fogo, então pegamos uma roupa mais resistente a
fogo e umas botas emborrachadas ótimas.
- Então vamos pessoal, lembrem-se
a guerra é só no nosso ambiente, o nosso interior tem que está em paz.
Seguimos em direção a grade que
ficava perto da sala de câmeras, e logo a frente no corredor ficava a sala do
capataz. Então fomos andando juntos em direção a nossa missão e de longe tudo
estava muito calmo, mas a nossa atenção estava redobrada. Esperávamos barulhos, tiros, conversas pelo menos.
Abrimos a porta da sala e
deparamos com criatura estranha em cima da mesa e o que esperávamos estava em
cima da mesa uma ave e tinha asas em chamas em formato de asas de borboleta,
confesso era lindo, então o plano era entrar silenciosamente e pegar o isqueiro
na gaveta sem que a criatura acordasse, seria possível? Não, com dois passos a
criatura acordou e neste momento todos nós saímos correndo para fora com chamas
atrás deixando o chão e a parede de frente com a porta pretas então nos
espalhamos.
Enquanto ela vinha atrás de mim
os garotos correram e pegaram o isqueiro na gaveta, ele era lindo, tinha bordas
de ouro nas laterais e parecia uma caixinha, levantaram a tampinha de proteção
e ascenderam o isqueiro. Uma missão estava quase pronta correram e foram
esconder o isqueiro no meu dormitório dentro da minha gaveta, mas ainda tinha
um problema a ave ainda estava atrás de mim, e soltava chamas e os criminosos
começaram a aparecer por toda parte e o lugar começou a virar um caos.
Os garotos deram uns tiros por
onde eles estavam e saíram em minha direção para poder conseguir chegar a tempo
de salvar minha vida. Decidir para e encarar aquela fera, mas qualquer lugar
que encostasse queimaria, e fogo não era meu maior pesadelo, mas também não
queria me ferir afinal teria algumas missões pela frente. De repente os garotos gritaram atrás da
criatura entretendo-a foi o momento que pude me esconder, e quando olhei de
novo ela estava indo em direção aos garotos.
Dei a volta e encontrei com os
garotos que estavam aflitos demais pois não sabiam mais o que fazer, mas não
durou muito este momento de aflição e João disse que tinha uma ideia, então
confiamos nele e deixamos seguir com seu plano era entreter a criatura para que
assim todos nós pudéssemos nos salvar. Então quando João deu dois passos ele disse
correm o máximo que puder, então olhei para mão dele, e portava uma granada em
sua mão.
Ele jogaria uma granada naquele
ave? Esse era o plano impecável, não iria dar muito certo, então analisei a
expressão corram o máximo que puder, e ele? Onde estava pensando em ficar
quando jogasse a granada, então entendi que ele não seguiria conosco e que perdíamos
mais um de nós. Corri o máximo que deu e
cheguei a porta o gritei mais ele não se virava de forma alguma e quando se
virou me olhou fixamente e sentir a ave chegando perto então não tive outra
opção sair correndo antes que a ave me pegasse.
A ave seguiu seu instinto e
entrou na sala para ataca-lo, mas ela se enganou, pois a caça virou o caçador. Então
escutei a porta fechando e de repente corri o máximo que poderia correr e um
estrondo e uma destruição profunda veio da direção da sala onde o isqueiro
estava. Então lagrimas corriam pelo meu rosto, pois a coragem de João foi
tremenda, a ponto de dar sua vida para
salvar seus amigos. Este sim poderia chama-lo de amigo e não saberia como seria
parar falar ao garotos.
Mas quando cheguei ao meu dormitório...
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Mundo Paralelo 8.
Na manha seguinte mau tomamos nosso café e saímos direto
para sala de missão e sabíamos que o dia então seria maravilhoso, cheio de
missões. Florita estava com uma cara de preocupação, posso dizer que muito
aflita e os [...] meninos também percebera, sentíamos que os planos tinham
mudados e que e vinha noticias ruins. E Florita contou-nos o que estava
acontecendo.
- Então
pessoal precisarei que vocês deem seu melhor para poder vencer essa missão,
neste momento estamos todos correndo perigo. Pois os nossos inimigos estão dentro
da base e o garoto está escondido aqui também. Precisam acha-lo e descobrirem
como vão sair daqui com o garoto. Suas armas estão entregue então vamos lá.
Quando
olhei de novo onde estava Florita? E como sairíamos de uma base protegida? E
como acharíamos este garoto? Naquele momento, tive uma série de conflitos
internos e o medo queria pular pela minha boca. E o coração batia
aceleradamente como não tivesse mais solução. Então teríamos que manter o
controle, para pensar em como achar o garoto para poder escapar e Carlos
interferiu meus pensamentos com seus comentários.
- Não
vamos conseguir e como sairemos deste lugar, todos que tentaram acabaram
mortos.
- calma
Carlos, tenho um plano e vai dar certo.
- Que
Plano?
-
Quando era mais novo costumava brincar de pistas e vamos fazer isso.
- isso
é hora de brincar?
- Estou falando serio é a nossa
hora, é assim, vamos juntar as pistas ate chegar ao nosso alvo, precisamos de 5
coisas sala de câmeras, fogo, chave, e uma espada. Tudo isso tem aqui dentro da
base. Só temos que achar tudo e ligar todas as coisas que vamos chegar ao
garoto e conseguir sair daqui. Confiam em mim?
- sim confiamos.
- então vamos colocar em ação.
Ainda
faltava uma coisa para poder fechar o pacote da missão, mas não lembrava o que
seria e era uma coisa que poderia faltar. Então seguiríamos com a missão a
primeira coisa é achar onde ficava a sala de câmeras. E sabíamos que cada passo
e cada palavra dita estavam sendo monitorados pelos criminosos e assim eles
iriam dificultar as pistas para podermos chegar ao fim.
Pensamos
em começar por um corredor onde todos os capatazes de Florita costumavam entrar
ficava próximo ao teatro e ao lado ficava os dormitórios. Enfim já tínhamos por
onde começar. Chegando ao nosso rumo, já no início do corredor, na ponta tinha
muitos soltados e estavam com mascaras e foram se dividindo e simulavam uma
guerra. Mas pensando bem do jeito que estavam realmente aquilo era uma guerra, pegamos as nossas armas e
começamos a guerra.
Ouvia-se
tiro por todos os lados então dividimos por corredor e começamos a matança.
Eles eram excelentes atiradores, entretanto tínhamos uma equipe sensacional, um
chefão saiu correndo em direção ao corredor e mais quatro soldados atrás. Então
já descobrir qual seria o meu alvo.
-Me
deem cobertura e vamos a luta.
Formamos
uma parede e saímos atirando e todos que apareciam em nossa frente chegar próximos onde o chefão estava, então
os meninos se dividiram. Eu e Marcos continuamos em direção ao chefão e quando
chegamos a uma sala vieram dois soldados com soco inglês em nossa direção
marcos atirou em um, não tive reação então quando tentou me acertar puxei seu
braço e coloquei a arma em sua barriga e disparei duas vezes.
Quando o
rapaz caia ao chão Marcos atirou em dois caras que estavam em cima de uma
escada. Os dois caíram e Marcos aproveitou as armas que eram bem melhores que
as nossas, grandes e maravilhosas. E com aquelas armas a missão ficaria ainda
melhor então começamos a lutar e a matar todos os soldados restando somente o
chefão que estava a placa que indicava a sala onde ficavam as câmeras.
Pensávamos
que a missão estava terminada ate quando ele usou uma pequena arma, mas muito
potente, e atirou contra o peito de Marcos e saiu por uma porta logo depois da
escada. Quando alguém o atingiu uma faca
na região do pescoço do chefão, era Flayton, que pegou a placa na mão dele.
Naquele momento meu coração saltou do peito, pois um amigo estava morrendo do
meu lado, então Flayton disse uma coisa que me deixou melhor.
- Temos
que continuar Pedro, ele sacrificou por nós e temos que vencer por ele.
Chorando muito abaixei e dei um
beijo no rosto de Marcos e disse fique com Deus meu amigo, tudo vai ficar bem e
quando estiver longe daqui vou realizar tudo que sonhamos um dia. Saímos daquele local e reunimos contamos para
João e Carlos o que tinha acontecido, no mesmo segundo eles disseram que iriam
desistir que não iriam continuar que eles também morreriam se continuassem
aquela missão, mas das palavras de Flayton fiz as minhas.
- Ele sacrificou por nós e temos
que continuar e vencer por ele, pois lutando ou não corremos o risco de morrer
do mesmo jeito.
Então todos decidiram continuar e
lutar agora não para salvar a vida de um garoto, se quer nem sabíamos quem era,
mas para salvar as nossas vidas e vingar a morte do nosso amigo. Agora sabíamos
que as câmeras ficavam no topo das escadas no final do corredor onde ficavam
nossos dormitórios depois de um portão com grades.
Enfim nossa preocupação aumentava,
pois as missões dali pra frente poderiam ficar piores e corrermos os risco de
perder mais um da equipe. Mas a necessidade por liberdade gritava dentro de
cada um de nós. Então nossa próxima pista seria o fogo, então sabíamos por onde
começar um dos capatazes de Florita fumava desenfreado e ela chamava à atenção
dele, e o mesmo sempre encarregava de deixar dentro de sua gaveta em sua sala
bem guardado para que ninguém pudesse pegar ou mesmo para não ser chamado
atenção.
Desta vez não nos dividimos pegamos as armas que
tinhas conseguido pegar dos nossos adversários e usaríamos contra eles mesmos. Seguimos
em direção à sala...
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Mundo paralelo 7.
Retirei o meu sapato e sentei
junto aos garotos, estava com minha atenção toda voltada para Florita. A missão
seria salvar um garoto que estava aprisionado por criminosos e estes criminosos
eram chamados de butterfly devido a cada criança roubada eles deixavam uma
imagem de borboleta para traz. Teríamos somente uma forma de chegar ate a
criança, pegando as pistas que eram deixadas por estes criminosos e o pior que
enfrentaríamos algo que jamais tínhamos visto.
Neste momento meu coração gelou,
pois como enfrentaria algo, sem mesmo saber o que? Seja o que fosse não iria me
intimidar, pois a minha vontade de participar de um missão era maior que o medo
do que viria pela frente. Florita nos disponibilizou uma espada e duas granadas
para cada um de nós e disse:
- Estas são suas armas, use-as
quando precisar, vocês tem tudo que precisam, agora vai lá e lute. Quando
saírem da base defendam-se por que as batalhas já vão começar.
Descemos as escadas da base
juntos, formando um V, e quando mau chegamos ao fim da escada apareceram
grandes samurais de mais ou menos 7 metros de altura, com armaduras fortes e
todos com espadas enormes. Naquele momento tive vontade de voltar, mas lembrei
do que Florita tinha dito “agora vai lá e
lute”.
Nossas roupas também eram bem
fortes e tinha uma elasticidade ótima, modificado nos laboratórios da base.
Então aquela coisa enorme veio em nossa direção e aquele momentos todos os
garotos saíram correndo ao cantos e fiquei admirando aquela coisa enorme, Não
durou muito ate que ele me deu um chute e jogou-me no topo da escada, levantou
sua espada acima da cabeça e atirou contra o chão mirando me que ainda estava
deitado.
Sentir o meu corpo sair do chão e
sendo jogado para os cantos da escada, minha sorte ele errou neste momento
sabia que tinha que reagir, enquanto ele estava com a espada presa tentei me
conter e levantar. Mas ele foi esperto e tirou a espada do chão e mandou em
mim, me defendi jogando sua espada contra o chão, aquela era minha chance então
sair correndo sobre a escada ate chegar em direção ao rosto daquela criatura e
enfinquei minha espada em seu olho e a criatura foi caindo e pulei mais a
frente da criatura colocando minha mãos ao chão para manter meu equilíbrio.
Com meu equilíbrio controlado me
levantei e olhei para os lados meus amigos estão lutando contra os outros dois
gigantes. Tudo que eles faziam parecia não atingir em nada aqueles gigantes.
Então pensei aquele já era quando acertei o seu olho, então mandei uma granada
ao pé de um deles fazendo com que ele caísse mas ele foi mais rápido e
levantou-se.
- Acertem os olhos, estes são os pontos fracos.
Depois que disse aquilo os
garotos começaram a trabalhar Flayton derrubou um deles e Marcos em seguida
veio jogando um granada próximo ao rosto de um deles. Faltava somente um dos
samurais para poder acabar com aquela parte da missão, então estávamos todos
com surtos de adrenalina o sangue a flor-da-pele, quando aquele samurai saltou
em nossa direção e quando ele atingiu o pico, João saltou partido ele ao meio
com sua espada.
Neste
momento descobrir o potencial que tinha para conseguir derrotar o que quisesse,
então missão terminada, voltamos a base recebemos os parabéns e nunca tínhamos
visto Florita nos aplaudir tanto e a felicidade que ela trazia em seu rosto era
uma cena que sabíamos que não veríamos nunca mais.
Olhei
no espelho e precisava urgentemente de um banho e uma roupa limpa, mas aquela
roupa era linda e o meu cabelo estava diferente, ainda continuava loiro, mas
com uma coloração verde nas pontas. Então tomei um banho bem quente e tirei à
roupa e o engraçado a coloração verde não era sujeira, quando tirava a roupa o
meu cabelo voltava ao loiro normal.
Aquela
missão tinha sido incrível, o meu medo foi menor que a adrenalina que corria ao
meu sangue. Mas quem era o garoto que tínhamos que recuperar? Por que era tão
importante? Isso Florita não tinha falado, mas enfim a missão tinha sido
sensacional. Às nove horas sentir as portas travando para que todos os agentes
dormissem, mas tínhamos um mecanismo dentro do quarto que usaríamos caso
quiséssemos sair.
A vida
era desse jeito limitado, tínhamos hora para dormi, horário do almoço, jantar e
os cafés de tarde e manha, praticamente tínhamos toda a vida planejada. Mas
depois da minha primeira missão pode perceber que cada limite, treinamento eram
para poder termos autocontrole e conseguirmos analisar a missão e achar uma
forma de resolver.
Na
manha seguinte mau tomamos nosso café e saímos direto para sala de missão e
sabíamos que o dia então seria maravilhoso, cheio de missões. Florita estava
com uma cara de preocupação, posso dizer que muito aflita e os...
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Mundo Paralelo 6.
Enquanto estava na escuridão dos
meus pensamentos, sonhava com um campo cheio de flores com todos os rapazes de
Norton Houston e outro rapaz, aquele mesmo que eu vira duas vezes. Mas
infelizmente acordei e deparei-me com um quarto todo escuro e uma refeição ao
chão do meu quarto próximo à porta. Minha cabeça ainda rodava um pouco parecia
uma ressaca a necessidade de água era continua e já era quase meia noite,
quando repetiu aquele mesmo processo da noite passada e quando minha porta
destravou enfiei a cabeça no travesseiro e fechei bem os olhos e com o pouco
veio chegando o sono.
Na manha seguinte, acordei tarde
quase a hora do almoço, comi minha refeição e logo depois avisaram que hoje
teria a minha primeira consulta com a minha médica. Estava com medo dos
processos ou mesmo o que ela ia dizer. Mas antes de qualquer coisa tinha que
terminar uma coisa que comecei, teria que pedir desculpas a Flayton.
- Flayton desculpas por ter usado
você como refém, mas eu queria muito saber quem era dono do bilhete e sei que
vocês sabem e não querem me dizer.
- Ta tudo bem, fiquei com medo,
mas de alguma forma sabia que não faria aquilo comigo.
- Estou indo para a primeira
consulta com o médico.
- Boa sorte, Florita é uma ótima médica.
Continuei subindo ate a sala de
Florita, quando Flayton disse o nome da médica achei um nome muito diferente e
bonito. Chegando a sua sala sentei em uma cadeira de frente com a mesa de Dra.
Florita, primeiro fiz um milhão de perguntas e não recebi progresso nenhum.
- Vamos, deite ali naquele sofá e
vamos conversar e fazer uma brincadeira.
- ok, deitarei ali?
- sim, por favor.
Aquela caixinha com um ponteiro
começou a fazer devagar toc- toc-toc
e ir de um lado para o outro, minha visão foi ficando lenta, como se estivesse
começando a dormi e sentia que ainda estava acordado e por fim escutava somente
a voz da médica.
- você deve deixar seu coração
aberto e viaje em todas as suas memórias. Esqueça quem você é. Crie um mundo
somente seu e deixe todas as ilusões e desilusões de seu coração, e de todos os
mundos que você criará, lembre-se você
tem todo o poder sobre eles.
Neste momento todas as cenas,
passavam-se pela minha cabeça, meus pais, os espelhos quebrados, um hospital,
meus amigos, os rapazes, a borboleta e por fim a ultima vez que ouvi a voz de
Florita foi quando ela disse que, todos
nós temos todas as respostas de que precisamos.
- Não, chega de showzinhos neste
teatro, quero sair dar umas voltinhas.
Estava naquele teatro sentado
naquela cadeira com o teatro vazio somente com meus amigos sentados assistindo
aquele show. Florita nossa coordenadora, não nos dava missão a muito tempo,
então ficávamos na base secreta sem fazer nada para nos entreter ela pedia para
que fizéssemos uma apresentação pelo menos uma vez na semana. E hoje era meu
dia de fazer uma apresentação estavam simulando uma tortura, era muito ruim,
então pedi que parassem.
- Eu quero lutar, quero missão,
quero treinamento, isso daqui não vai me levar a lugar algum.
- Calma rapaz, isso vai te ajudar
a ter autocontrole quando estiver em uma missão.
Ser agente secreto não era tão
bom, ter uma vida limitada, a única coisa que ainda me fazia feliz naquele
lugar era ter meus amigos juntos de mim e poder realizar missões perigosíssimas
e poder salvar a vida de um amigo ou está em perigo e ser salvo. Entretanto era
o mais novo representante da base e falando assim em salvar vidas parece que já
salvei muitas, na verdade não, nunca participei de nenhuma atividade. Mas
estava ficando louco de tanta vontade de realizar uma missão.
O teatro era grande e os
dormitórios ficavam bem ao lado em um corredor, quartos eram grandes e
confortáveis, meus amigos Flayton, Marcos, Carlos e João, adoravam aquele lugar
com missão ou sem missão, mas todos tinham um sonho de uma vida sem limites. A
muito tempo não víamos um raio de sol sequer. Naquele mesmo dia a noite Florita
deixou um recado em nossos quartos que uma missão importante estava em vista.
Aquele recado deixou-me eufórico,
seria a minha primeira missão, mas isso me causou náuseas devido o fato que
estaria correndo perigo e que poderia morrer na minha primeira missão como
muitos. Não aguentava mais de tanta emoção, dormi e acordei quase a noite toda,
na manha seguinte mais um bilhete: Espero-te
no mesmo lugar de sempre, e não preciso me identificar você sabe quem sou, ou
melhor, você sabe quem somos.
Sabia muito bem onde deveria ir,
para sala de missão, lugar onde Florita passa as missões para os agentes.
Cheguei a sala e todos estavam sentados ao chão e Florita no topo de uma
escada, o que mais estranhava era que os garotos estavam sem sapatos.
- Você esta de sapatos, não ver
que está sujando todo o chão
- ah desculpe, quer que eu tire-o
Retirei o meu sapato e sentei junto aos garotos,
estava com minha atenção...
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Mundo paralelo 5.
No caminho para meu quarto não
pude deixar de perceber que cada quarto tinha o nome do inquilino na porta,
tinha uma sequencia com Flayton, Carlos, Marcos, João e na porta do meio quarto
meio que apagado, mas dava para ler o nome Luís. Isso explicava por que uma
inicial “L” no topo da folha aquilo deveria ser deste tal de Luís. Quando abrir
a gaveta deparei com uma...foto de um rapaz perto de uma árvore e não dava para
ver ele direito, tirei minhas próprias conclusões que aquele era Luís e que ele
tinha conseguido sair.
Mas como conseguiu sair?
Recuperou-se ou ele fugiu? Seria quase impossível fugir daquele lugar parecia
muito bem vigiado tinha enfermeiros para todos os lados e seguranças, as portas
tinham trancas automáticas. Voltei ao pátio e fui acompanhar os garotos com os
olhos para ver a rotina de cada um deles. E ficar sem fazer nada não era bom
por que eu começava a lembrar do garoto misterioso e a escultura da borboleta.
Aquela tarde foi entediante, mas
eu pude conhecer características daqueles rapazes e observar cada movimento e
canto daquele lugar. A refeição daquele lugar não era boa eles deixavam em
nossos quartos o café da manha, o almoço sem sal, café da tarde e o jantar
segundo os garotos sempre era sopa de legumes. Logo depois do jantar cada um de
nós fomos para os seus devidos quartos e ás nove horas as portas se travaram.
Naquele momento me bateu uma angústia, por que
aquilo estava acontecendo comigo? Comecei a chorar de desespero, não sabia mais
o que era real, eu queria liberdade somente isso. Adormeci com os olhos
lacrimejando, e pedia mais que qualquer coisa no mundo que aquilo passasse
rápido ou que fosse somente um pesadelo. Mas não demorou muito ate acordar com
o barulho das portas destravando, mas ainda era noite! Levantei-me e fui em
direção à porta e quando abrir e sair no corredor reparei que todos os garotos
continuavam dentro de seu quartos.
Percebi um vulto no final do
corredor, estava com muito medo, mas eu
não liguei continuei com meu propósito queria muito sair daquele lugar e
descobrir quem era o dono daquele bilhete, ou quem são eles. Seguir aquele
vulto ate no final do corredor e chegando o tapete que ficava ao chão estava
movido e havia uma porta aberta que dava em um andar abaixo do Hospital. Desci
as escadas e cheguei a outro corredor, mas esse corredor tinha túmulos e logo a
frente tinham várias portas fechadas.
- Alguém está ai?
Sentir aquele vento leve de novo,
e quando olhei para traz tinha uma mancha negra no teto. Gritei e sair correndo
em direção à escada em que eu tinha descido, o vento foi aumentando e ficando
forte e escutava asas batendo, quando olhei para traz vi aquela mancha chegando
perto de mim e percebi que as bordas da mancha assemelhavam-se com asas e
soltavam uma coloração lilás no ar. Então subir deliberadamente as escadas e
voltei ao meu quarto, agora eu sabia o motivo pelo qual todos os garotos
permaneceram em seus quartos.
Agora parecia mesmo está em um de
meus pesadelos. No Dia seguinte os meus olhos estavam pregando como se tivesse
jogado cola em meus olhos, mas não hesitei em perguntar o Marcos sobre o
acontecido, então ele ficou apreensivo. E disse que o prédio era mal
assombrado. Mas eu não acreditei afinal isso não existia, entretanto o que era
aquilo que eu tinha visto.
Tinha uma certeza, queria muito
sair daquele lugar e voltar para minha vida normal, mas primeiro eu precisaria
voltar no passado para descobrir. Seja o que for aquilo da noite passada,
dentro deste lugar tem muita coisa escondida, agora já sabia que o lugar que o
bilhete referia-se era aqui e os donos do bilhete eram os garotos do hospício.
Enfim agora havia uma pista por
onde começar, então chamei os garotos e com todos na sala eu perguntei sobre o
bilhete. Imaginava que eles não fossem responder ou mesmo falassem que não
sabia de nada, porém eles não conseguiriam aguentar a verdade por muito tempo
eu ficaria no pé deles.
- Foram vocês que mandaram este
bilhete para mim?
- Que bilhete??
As últimas pessoas que pensaria
que fossem me achar louco por falar no bilhete seriam aqueles rapazes, mas
estava enganado. A reação e a fisionomia do rosto de cada um ficaram
indiferentes com a minha revelação do bilhete, portanto não hesitei e os
mostrei o bilhete e pela primeira vez Carlos abriu sua boca.
- Onde foi entregue este bilhete?
- Na minha casa, por que conhece
esta letra?
- Não conheço.
Percebi que Carlos estava
mentindo e que ele conhecia sim aquela letra, pois não negava o espanto
expresso em seu rosto. Estava tentando ser amigo deles e resolver as coisas
numa boa, mas não tive outra solução, Peguei um pedaço de ferro que estava no
chão perto do sofá puxei Flayton pelo cabelo e o rendi, colocando a ponta do
ferro em seu pescoço e ameacei os rapazes para falar ou iria mata-lo.
Entretanto com essa reação sem pensar estava confirmando para eles e para os
médicos que realmente eu era louco, suicida e descontrolado. Não demorou muito
quando os enfermeiros apareceram e pela primeira vez a medica apareceu também.
Eu não teria coragem de matar uma
pessoa, logo estava somente forçando a barra para que os rapazes dissessem a
respeito de quem era a letra que constava no bilhete. Rapidamente os
enfermeiros vieram chegando perto de mim, tiraram o ferro de minha mão e
aplicaram um sedativo e de repente tudo ficou muito lento e as imagens foram
ficando embaçadas e tudo ficou escuro.
Enquanto estava na escuridão dos meus
pensamentos, sonhava com um campo cheio de flores com todos os rapazes de
Norton Houston e outro rapaz, aquele mesmo que eu vira duas vezes. Mas
infelizmente acordei e deparei-me com um quarto todo escuro e uma refeição ao
chão do meu quarto próximo à porta. Minha cabeça ainda rodava um pouco parecia
uma ressaca a necessidade de água era continua e já era quase meia noite,
quando repetiu aquele mesmo processo da noite passada e quando minha porta
destravou...
domingo, 28 de abril de 2013
Mundo paralelo 4.
Sabia que não tínhamos vizinhos
novos, logo que não tinha nenhuma casa para vender, muito menos, para alugar
próximo de casa. Entretanto fingir acreditar, depois de quase sairmos da
cidade, rumo a escola avistei uma placa que dizia: Hospital psiquiátrico Norton
Houston.
- Pai por que está me levando
para um hospício?
- É para escola meu filho.
- Não é, vi uma placa logo atrás.
Neste momento eu já estava muito
alterado e gritando, quando os rapazes que estavam de carona entraram em ação
colocando um pano no meu nariz me fazendo desmaiar. As últimas mensagens que
pude captar foram: um céu muito nublado, vozes dizendo para continuar
pressionando e meus olhos foram fechando bem devagar e mergulhei em uma
escuridão imensa.
Quando acordei, pedi um milhão de
vezes para que fosse só mais um pesadelo terrível, mas quando abri literalmente
os olhos estava em um quarto pequeno com uma mesa que só tinha uma gaveta, com
uns papeis sobre ela, o abajur lumiava uma folha com a inicial “L” no topo da
folha. Além da luz do abajur e da janela não tinha mais nenhuma luz. Estava
numa cama de hospital, meu corpo estava mole, minha cabeça doía muito e parecia
que já estava sedado e fui ate a porta estava trancada, o banheiro era bem
pequeno. Portanto eu queria entender o que tinha feito para meu pai me mandar
para um hospício e por que meus amigos de infância ficavam em um hospício e
diziam para mim que era uma escola? Teria que deixar o tempo passar, agora só
dependeria do tempo para poder entender. Estava muito dopado, não resistir e
acabei adormecendo.
Acordei com o uns barulhos
estranhos que vinham do outro lado da porta, me levantei e passei uma água no
meu rosto e fiz minha Higiene bucal, escutei alguns assovios e algumas vozes de
outros rapazes e parecia que todas as portas estivessem sido destravadas e a
minha também. Fiquei com medo do que viria do outro lado da porta, por que eu
não era louco e poderia achar pessoas perigosas do lado de fora do meu quarto.
Mas não Demorou muito ate eu ver
olhos nas esquinas da minha porta e escutar passos repentinos próximos ao meu
quarto. Até que decidir lutar contra meu medo, pois não poderia ficar trancado
o tempo todo dentro daquele quarto, por que eu não era louco e tinha que
demonstrar isso para o médico.
- Pedro... Pedro... Pedro...
- ola rapazes
- Podemos entrar?
- sim, entrem
Antes mesmo que eu saísse do meu
quarto os rapazes já estavam pedindo para entrar, não fui ate o meu medo e ele
veio ate mim. Mandei eles entrar eram dois e o engraçado é que eles pareciam
com meus antigos amigos só que um pouco mais velho. E não pareciam tão loucos
como eu imaginava.
- Qual são seus nomes?
- João e este daqui é o Flayton.
O Flayton tem muita vergonha e medo deste lugar então ele quase não fala.
- João, Flayton?? São vocês? Não
lembram de mim?
- sim Pedro lembramos.
- Por que nunca me disseram que
aqui era um hospital psiquiátrico e não uma escola?
- Aqui é uma escola.
Com aquele comentário fiquei
muito surpreso, pois eles ainda achavam que ali era uma escola e no caminho
estava escrito com todas as letras Hospital Psiquiátrico. Entretanto eu não
quis insistir eles deviam está ali tanto tempo que não deveriam nem lembrar, ou
mesmo, era um meio de refugio da realidade. Sair com eles do meu quarto e fui
em direção a um pátio e chegando vi que tinham mais dois no momento eu pensei e
estes devem ser o Marcos e o Carlos. E realmente estava certíssimo.
- ola rapazes
- Estes são Marcos e Carlos.
- oi cara.
Pude perceber que Marcos era um
pouco sociável, mas a fisionomia do rosto assemelhava-se a um safado. E Carlos
não respondeu ao meu cumprimento, parecia ser muito antipático. Uma enfermeira
Passou e Marcos deu em cima dela então comprovou que não parecia safado, mas
era muito safado. Carlos sempre estava com a cara fechada e não queria saber de
conversa com nenhum dos garotos.
Cada um dos garotos tinha uma
personalidade diferente não conseguia ver nada em comum. Vi que Flayton
estava com meu caderno de desenho e quando ele viu a borboleta ficou com mais
medo, do que mostrava ter, e soltou meu caderno ao chão e saiu correndo para
trás de um sofá, João aumentou a televisão e começou a falar junto e alto.
Marcos pegou meu caderno e disse guarde isso. Peguei o meu caderno sem entender
por que a alteração e fui direto para meu quarto guardar o caderno na gaveta.
No caminho para meu quarto
não pude deixar de perceber que cada quarto tinha o nome do inquilino na porta,
tinha uma sequencia com Flayton, Carlos, Marcos, João e na porta do meio quarto
meio que apagado, mas dava para ler o nome Luís. Isso explicava por que uma
inicial “L” no topo da folha aquilo deveria ser deste tal de Luís. Quando abrir
a gaveta deparei com uma...
sábado, 27 de abril de 2013
Mundo paralelo 3.
Estava quase chegando em casa
quando vi alguém colocando uma correspondência na caixa de correio e saindo em
direção as outras casas. Peguei a correspondência e dei uma olhada em direção a
casa, e vi que entre as correspondências do meu pai havia uma carta de
uma escola que meus amigos de infância estudavam. Lembro como se fosse hoje,
que Flayton dizia como era a entrada, bem grande e parecia muito com uma
igreja, mas com um aparência bem pálida, morta. O que me assustava por que meu
pai receberia uma correspondência daquela escola.
Continuei olhando as
correspondências e a última era um bilhete, que dizia:
Pedro,
Espero-te no mesmo lugar de sempre, e não preciso me identificar você
sabe quem sou, ou melhor, você sabe quem somos.
- Pai, Mãe, cheguei as
correspondências estão aqui em cima da mesinha, vou subir e tomar um banho.
- está bom, mas Pedro não demore
muito o jantar, já vou servi.
Entrei no meu quarto e fiquei
deitado ao chão com medo, mas estava tentando entender, o que acontecia! O
menino misterioso que eu nunca tinha visto e a borboleta que nunca esteve no
museu e agora um bilhete? Deitado no chão, adormeci, acordei com a minha Mãe
batendo na porta com um comprido para enxaqueca, minha mãe me dava toda noite
para que eu dormisse bem.
Tomei o comprimido e odiava
toma-lo e toda noite depois de tomar o comprimido me sentia como se estivesse fora do meu corpo,
totalmente dopado, por que o remédio era muito forte. Mas eu não podia deixar
de tomar por que a enxaqueca era muito forte a ponto de desmaiar. Mas a minha
cabeça ainda fitava o bilhete.
Portanto em poucos minutos eu
fechei os olhos e comecei a ter alucinações com gatos de todas as cores,
principalmente brancos dos olhos vermelhos, e escutava no fundo da escuridão da
minha mente... tic tac, tic tac. E abrir os olhos e de uma mancha grande
no teto saiu um gato e pulou em cima de mim, soltei um grito e acordei de um
pesadelo suando frio. Eu me levantei e sair na porta do meu quarto percebi que
meus pais estavam acordados, voltei a minha cama e rezei com muita fé para que
não tivesse mais pesadelos daquela forma.
O dia amanheceu e o dia estava
ótimo e o jornal anunciava que o restante da semana o tempo estaria nublado e
com fortes pancadas de chuva ao final do dia, mas todos de cripta sabiam que
não choveria e que o tempo poderia mesmo ficar nublado durante o restante da
semana. Desci as escadas e a minha mãe estava chorando, meu pai estava muito
aflito e o espelho do banheiro quebrado e minha irmã vestindo o Fred com roupa
de cowboy, como se nada tivesse acontecendo.
- Mãe por que está chorando o que
aconteceu? Como o espelho quebrou?
- fui pegar o shampoo e por
descuido deixei minha mão bater.
Minha mãe não me convenceu com a desculpa que deu, meu pai
era fisioterapeuta e naquele dia ele nem foi para o trabalho para poder ficar
em casa e dar total atenção a minha mãe. Mas o que me deixou mais preocupado,
ele disse que tinha fechado minha matricula e que eu estaria sendo transferido
para outra escola. Lembrei-me da carta que tinha recebido da outra escola, eu
nem imaginava com seria essa escola Norton Houston.
- filho,
a escola é Norton Houston. Fica no topo distante da cidade, sabe qual?
- Sim,
lembro dos meus amigos Flayton, Marcos eles estudavam lá. Mas é um internato.
- sim, você vai ficar e não vai
poder voltar para casa. Enquanto não terminar o ano.
- E quando vamos?
- Hoje mesmo pode subir e arrumar
suas coisas.
Subi as escadas e fui para meu
quarto arrumar minhas coisas, coloquei roupas que eu precisaria por um
determinado tempo. E quando fui pegar meus cadernos me deparei com um caderno
de desenho em que tinha desenhos de meus amigos e achei um desenho de um garoto
chamado Luís, portanto não lembrava deste nome e não parecia ser uma obra
minha, no verso da folha tinha asas de borboletas e uma rosa seca. Peguei o meu
tênis que estava com bilhete e coloquei também dentro da minha mala para não
deixar nenhum vestígio.
- Vamos??
- Estou descendo Papai.
Não sei o que fiz e sem querer eu
quebrei o espelho do meu quarto, meu pai veio correndo e dizendo para deixar os
cacos no chão para poder deixar isso para hora que ele chegasse. Peguei a minha
mala e desci as escadas, coloquei minha mala no porta-malas e estranhei tinha
dois rapazes dentro do carro quando meu pai veio chegando, perguntei quem são?
Meu pai disse que eram rapazes que ele daria carona, mas não colou a desculpa.
- Quem são esses rapazes meu pai?
- vou dar caronas pra eles ate o
outro lado da cidade são vizinhos novos
Sabia que não tínhamos vizinhos novos, logo que
não tinha nenhuma casa para vender, muito menos, para alugar próximo de casa.
Entretanto fingir acreditar, depois de quase sairmos da cidade, rumo a escola
avistei uma placa que dizia...
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